Na Trincheira do Poeta

Na Trincheira do Poeta

domingo, 15 de julho de 2018

Neymar, uma Copa a se esquecer!

Também de  técnicos de renome, todos condenando a atitude.

A conduta “cai, cai” já não é tão tolerada assim, pois ganhou massa muscular e seu uso reiterado para levar vantagem no apito, pegou muito mal, sendo alvo de chacota mundo afora!



Quando abordamos temas genéricos envoltos pelos aspectos políticos e sociais, torna-se mais fácil a expressão do pensamento, este é o perfil dos assuntos preferidos, entretanto por efervescente o vinculado ao título, difícil de não me ver tentado a abordá-lo.
Ao fazê-lo, expresso que a cultura da família impingia a mim e irmãos a conduta: “não provoque ninguém, provocado – reaja”. Tive um porte médio e alguma força, por isso a mim não justificava não reagir. Ante a algumas atitudes,  dispensáveis a descrição, tive que reagir, face ao conhecimento do genitor do insulto. Esta essa cultura, mais o aprendisado  de dois anos de seminário, permitiu-me convivência por dez anos em alojamentos, sem maiores atritos, não provocava ninguém.
O introito, leva ao leitor numa antecipação da conclusão que o respeito e consideração individual ao próximo, torna-se uma pérola que fortalece o interior e imagem de quem o prática no meio que convive, rendendo frutos inimagináveis.  
Minha formação eclética, desde a tenra idade a volta do genitor e as inúmeras atividades que trabalhei dos quatorze  aos dezenove anos, somada a formação acadêmica militar, a Educação Física; o Direito as quais exerci por longo período, permite-me análise de pronto de condutas desnecessárias que somadas prejudicam seus autores.
Ao ver o versátil atleta em seu nascedouro dar um chapeuzinho no jogador Chicão, já prostrado de joelho, além do árbitro já ter marcado a falta – lembrei-me da observação; “não provoque”. Naquele final de semana muitas foram as observações de comentaristas; também de  técnicos de renome, todos condenando a atitude.
Ao assistir, parte do jogo Barcelona x Paris San Germain, em que o time francês perdeu de 6x2. No meu simples avaliar: Neymar usou de seu prestígio internacional para conseguir um pênalti, quando podia saltar o atleta prostrado ao chão e nele tropeçou. Ao final do jogo levou a bola para onde melhor bate falta, esperou um toque do adversário, e mais uma falta duvidosa a seu favor, conseguindo o gol. Assim foi o protagonista indiscutível da classificação. 
Na Copa foi diferente, com o infortúnio da contusão Neymar perdeu o “time” se desconcentrou e voltou temeroso. Cassado, defendeu-se num “cai, cai”, no primeiro jogo, pouco jogando. No segundo da mesma forma, porém fez um gol no finalzinho que nos deu um pequeno ânimo. No jogo contra o México, entretanto abusou dos gestos de encenação ao levar uma pisada   do adversário já fora do gramado, em que pese a atitude antidesportiva do mexicano, “o rola-rola”  foi  muito criticado, por desnecessário o exagero.
A desclassificação contra a Bélgica e sua apagada participação foi o fim de uma Copa desastrosa para ele. Se em 2014 foi vítima do jogo bruto, agora entrou como vítima de um infortúnio, pois sua contusão foi consequência de um lance casual de iniciativa dele próprio. Ao final saiu sem falar com a imprensa e parece estar recluso e com um fardo difícil de desfazer.
A exacerbada irreverência e  pior: a conduta “cai, cai” aceita pela leveza de seu corpo como defesa no inicio da carreira, agora  já não é tão tolerada assim, pois ganhou massa muscular e seu uso reiterado para levar vantagem no apito, pegou muito mal, sendo alvo de chacota mundo afora. Melhor seria que  jamais a tivesse utilizado!
Nesta análise imparcial, face ao acompanhamento do futebol, lamento por ele que certamente se livrará do revés do momento e seguirá sua carreira vitoriosa, assim espero.
A Copa demonstrou que sua conduta está equivocada, Nos mostrou também que o “VAR – árbitro de vídeo”  deixa a competição mais justa. É disto que precisamos. Chega de encenação e de erros que podem ser evitados pela tecnologia!!! Que sempre vença o  melhor nos jogos, sem truques espúrios a influenciar o resultado!

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Excesso de partidos, fragmentação da liderança!

Proclamavam acordos  que lhes assegurassem simpatias dos eleitores 

A mixórdia de tantos partidos desfaz qualquer chance de identificação dos responsáveis de pronto por conduzir decisões que prejudiquem futuramente objetivos saneadores das distorções de momento.


Vimos há pouco tempo,  nas votações nas duas denúncias do Presidente Temer uma luta titânica para reunir a maioria dos votos de forma a garantir que fossem rechaçadas, permitindo-lhe a continuidade do mandato, senão o país poderia entrar em parafuso, pois o Impeachment por si só é por demais traumático.
Tal esforço identificou os deputados em prós e contras, os quais foram assediados diuturnamente num processo de convencimento de diversas formas e frentes, passando desde a oferta de benesses por cargos, atendimento de emendas com concessão de verbas e tudo que fosse possível, havendo êxito da situação.
Chamou a atenção a manifestação das lideranças, a maioria com questão fechada e pressão total sobre os aficionados que sob ameaça de punições cediam. Assim foi fincada as duas pontes que devem levar Temer ao final do mandato, mesmo porque um  rompimento grave neste momento é só o que faltava para detonar tudo mesmo. Bastou a greve dos caminhoneiros, superada às duras penas, mas com reflexos danosos a economia, não bastasse o desconforto e aflição de diversos segmentos da sociedade e ao povo em geral.
Ao introito seguem observações às votações de afogadilho do dia de ontem em nome de um recesso prenunciado, para tanto em mutirão, congressistas e  lideranças se reuniam e proclamavam acordos  que lhes assegurassem simpatias dos eleitores no próximo pleito. Isto foi o que se viu o dia todo e no resumo do noticiário da noite. Constatou-se que onde as expectativas da continuidade da política econômica de contenção que fora frustrada pela rejeição  antecipada da Reforma da Previdência que nem apresentada foi. Nas votações o que era proposta restritiva foi flexibilizada de forma que ao próximo Presidente se destina uma terra arrasada e ele que resolva. Eu é que não vou perder meu voto, pensam os nossos representantes de hoje.
A mixórdia de tantos partidos desfaz qualquer chance de identificação dos responsáveis de pronto por conduzir decisões que prejudiquem futuramente objetivos saneadores das distorções de momento.
Esta é uma das piores constatações de que a fragmentação da liderança pelo excesso de partidos só é boa para quem quer ser político, pois abre chances a mais indivíduos, entretanto descaracteriza a verdadeira política que deve prover iniciativas a alcançar os objetivos nacionais atuais e futuros. A salada de ideias, a multiplicação dos caciques, dissipa ideários e na prática as responsabilidades pela condução dos governos.
Há sacramentados pensamentos sobre a revisão da Carta Cidadã de forma a adequar os avanços e retrocessos dela decorrentes – com certeza o desequilíbrio entre o “poder/dever” é um deles. A mentalidade do “tudo posso nada devo” nos fez muito mal. As atitudes de descompromisso com a ética do homem público brasileiro está no cerne da questão do atraso político que vivemos, contemplado com uma corrupção que nos envergonha perante o mundo!

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Lula, liberdade negada!

O imbróglio criado parece mais um ato insano!

Mesmo preso e sob a égide da legislação que contempla o impedimento de candidatar-se quem  não dispuser de “Ficha Limpa”, insistem na tresloucada ação de mantê-lo como candidato.

A ousadia  certamente passou pela ânsia de uma cartada que mais uma vez jogasse luzes sobre a figura do preso mais ilustre do Brasil, o ex-presidente Lula. No dia 8 do corrente mês, ontem o Deputado Federal Paulo Pimenta do PT do Rio Grande do Sul, impetrou Habeas Corpus no 4TRF- pleiteando a soltura do ex-presidente. O imbróglio criado parece mais um ato insano de políticos descompromissados com o razoável do que ação embasada em fundamentação jurídica com o mínimo de respaldo que a contemplasse com o êxito a liberdade do preso.
Agiu celeremente o Juiz Sérgio Moro ao obstar o atendimento da ordem do Desembargador plantonista Rogério Fraveto que foi por quase dez anos  filiado ao Partido dos Trabalhadores, atuando como assessor nomeado junto a várias autoridades daquele clã que acatou pedido do impetrante.
A ação demonstra o desespero que toma conta dos  partidários da sigla liderada pelo presidiário em questão que não contavam esta com condição para ele um dia, entretanto mesmo preso e sob a égide da legislação que contempla o impedimento de candidatar-se quem  não dispor de “Ficha Limpa”, insistem na tresloucada ação de mantê-lo como candidato do partido a Presidente da República, sendo que a sanha repugnante de afrontar a  lei persiste.
O lógico seria sua desistência para clarear os horizontes dos partidários quanto às possibilidades políticas daqueles que imunes a condenações possam pleitear legalmente suas participações no próximo pleito, mas não fica a impressão, do quanto mais dúvida haja, melhor para todos.
O episódio de ontem mais um bizarro acontecimento envolvendo a sigla, com a ressalva negativa do envolvimento de um representante que fora filiado que galga função importante no  escalão do judiciário que deixa transparecer que ter permitido esta oportunidade, ao colocar o vínculo de ordem  pessoal a causa a frente das normas, e numa bravata burocrática tentou  libertar Lula, nem que fosse por uns dias.
Em princípio deu no que deu, ao final vamos ficar sabendo depois, mas Lula continua preso. É o país sendo passado a limpo. Vai demorar, mas os brasileiros merecem isso!. Cuide bem de seu voto nestas próximas eleições, não vá atrás de bravatas e sim da inteligência e histórico irretocável do candidato!

sábado, 7 de julho de 2018

Copa, lamentável pelas novas gerações!


Não bastasse isso vieram os títulos de 1970, 1994 e  2002.

Entretanto pelas características da Copa com visibilidade mundial e o fair-play cada dia mais incentivado, inverteu-se a situação, impingindo-lhe, “a fama de cai-cai”.  


Em 1958, da rua ouvia no rádio do Senhor Tardivo  os lances vitoriosos, com destaque ao menino prodígio Pelé, assim como o segura Gilmar que me fizera um corintiano; em 1962 foi no Posto do Abreu que assisti  todos os vídeo tape dos vitórias no Chile que resultaram no Bicampeonato  de Futebol do Brasil. Então aos 17 anos  estava convencido que o nosso país tinha o melhor futebol do mundo. Não bastasse isso vieram os títulos de 1970, 1994 e  2002.
Por este histórico constata-se que há dezesseis anos não somos campeões, sendo que os nascidos em 2003 só verão o Brasil campeão do mundo de vencer em 2022, com dezenove anos. Estes sim tiveram a expectativa maior da vitória agora e consequentemente uma frustação proporcional quanto a vitória.
O escrete canarinho com jogadores das mais importantes equipes europeias reunia condições para o título, mas no futebol vários fatores influenciam numa conquista. Nesta caminhada que começou com uma péssima campanha na fase de classificação quando sobre o comando do Técnico Dunga chegou estar sem a vaga. Face a esta situação foi substituído por Tite que não mais perdeu.
Face a esta campanha a esperança cresceu, animando direção da CBF, equipe de comando e jogadores de sucesso na Rússia. Entretanto ocorreu que Neymar sofreu grave contusão e só voltou ás vésperas do início da Copa, quer recuperado restava a dúvida sobre seu rendimento em campo. Ao participar dos dois amistosos deixou boa impressão e foi para o jogo. Ocorreu que inseguro e o adversário sabedor da contusão o cassou em campo, incidindo sobre ele dez faltas.
Neymar pela sua leveza, sempre se defendeu das agressões deixando o corpo cair, pois de pé continuaria apanhando, entretanto pelas características da Copa com visibilidade mundial e o fair-play cada dia mais incentivado, inverteu-se a situação, passando a ter a fama de "cai-cai” .
Este fato tomou muito espaço na crítica esportiva mundial e hoje com as redes sóciais, delas também de forma a crer que da comissão técnica e companheiros também.  Neymar rendeu razoavelmente contra o México, sendo o melhor do jogo, mas contra a Bélgica esteve abaixo do esperado. Saiu do estádio sem falar com a impressa e deu adeus ao sonho de ser o melhor da Copa. Como o Messi que  na mesma idade perdia sua segunda copa ele também irá para a terceira com o mesmo estigma: será que vai ganhar essa. Estigmas nãos não bons, só atrapalham.
Ademais, com esta mesma idade  o Messi tinha três Champins liga,  quatro Bolas de Ouro e Três Botas de ouro. A Neymar resta voltar a jogar no mais alto nível, desfazer a fama cada vez mais depreciadora de cai-cai, entre outros desvios  que lhe atribuem como ser muito midiático, coisa de artista e não enquanto é atleta. De minha parte como brasileiro lhe desejo sucesso mais e mais!

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Copa, polêmicas simulações!

 O árbitro de vídeo foi implantado, sendo muitos erros corrigidos

A polêmica foi grande e aumentou quando no dia seguinte atletas ingleses também simularam, havendo uma grotesca queda dentro da área com o intuito de conseguir a anotação de pênalti

Diziam antigos colonos nas terras de Batatais que teve seu filho Zeca Lopes na Copa do Mundo de 1936, sobre os perrengues que passavam os árbitros nos jogos entre fazendas. Naquele tempo começava no braço e terminava com  tiros para todo lado! Via de regra por algum erro no apito ou mesmo pontapé de atleta valentão. No profissional,de propósito e sem disputa de bola o tempo passou, o árbitro de vídeo foi implantado, sendo  muitos erros corrigidos, mas a simulação continua a por o árbitros em dúvida do que realmente aconteceu no lance, dificultando sobremaneira a decisão deles. A conduta possou a ser antiética.
Dia 22 último, Neymar sofreu 10 faltas, num jogo intrincado contra a Costa Rica,  decidido nos minutos finais quando o Brasil marcou dois gols.  O falatório sobre  as atitudes do astro maior do escrete brasileiro  foi geral , devido a gestos espalhafatosos quando atingido que muitos reputam negativos por tentar induzir o árbitro a erro, quer seja ao marcar faltas ou dar cartões e mesmo ao expulsar o pretenso agressor.
Um jogo duríssimo, decidido ao final cujo empate deixava o escrete canarinho em difícil situação para a última rodada da fase de grupos. A vitória foi importantíssima, pois possibilitou jogar por um empate contra a Sérvia. 
Classificado veio o México com uma gana em nível máximo de mandar seu rival de retorno ao Brasil, o que não aconteceu. Com uma atuação esplendorosa Neymar anotou um gol e participou da jogada do outro, entretanto lá pelas tantas caiu fora do campo quando sofreu um pisão de propósito e sem disputa da bola, do  mexicano Salsedo . Aí rolou e rolou, uma reação intensa julgada desproporcional e condenada pelo Técnico Osório que na coletiva a citou como conduta negativa do atleta brasileiro.
A polêmica foi grande e aumentou quando no dia seguinte atletas ingleses também simularam, havendo uma grotesca queda dentro da área com o intuito de conseguir a anotação de pênalti, por um grandalhão que foi viralizada na internet   por serem o país do fair-play.
Como o lance está fora da apreciação do Árbitro de Vídeo, a não ser que haja dúvida se foi  realmente pênalti ou não, nada aconteceu com atleta da inconveniente conduta, entretanto não faltaram críticas intensas no mundo inteiro, aos Britânicos, porque houveram vários lances de menor importância em que ludibriar a arbitragem foi a intenção deles, ao estar vencendo o jogo.
A cultura da simulação é centenária. Pelé por exemplo era tido como astucioso no revidar às agressões que sofria, pois esperava com paciência o momento  do revide sem que o árbitro percebesse pelo ângulo da agressão ou mesmo da distância do árbitro e foram muitas em jogos decisivos.
Simulações há um tempo ficavam por    conta da astúcia, hoje querem taxá-la de mau caráter.  Consequentemente os Ingleses se viram em maus lençóis. A atitude de Neymar de rolar freneticamente, foi   amenizada porque o pizão do mexicano foi horrível, posto que: sem bola e fora de campo, merecia ter ido para o chuveiro. Ainda bem que foram para casa. Vamos ver amanhã contra a Bélgica quem será o vencedor, com ou sem simulação. 
Copa do Mundo a essência do futebol em todos os tempos. Quanto aos erros de arbitragem foram reduzidos. Se houvesse o VAR lá trás, a Argentina só teria um título, pois o de mão de Maradona seria facilmente anulado pelo árbitro de vídeo.
Viva a Seleção que tem o mais brilhante grupo de jogadores.  Se vai ser campeã ninguém sabe ou pode afirmar, pois no futebol o imponderável acontece, imaginam os russos.? Sorte deles que o futebol seja assim!!!

domingo, 1 de julho de 2018

Eleições, travessia turbulenta!


Candidatos existem, preso e outros indiciados em crimes

 Entretanto conseguir nomes que superem a torpeza reinante é o desafio dos estrategistas de plantão

Há país afora uma expectativa nebulosa quanto ás próximas eleições, posto que o número de políticos envolvidos em corrupção esfacelou os quadros dos partidos, sendo que dentre os candidatos existem, preso e  outro indiciados em crimes que insistem concorrer. As dúvidas sobre a reação dos eleitores são muitas, pois se houver uma radicalização anticorrupção muitos ficaram pelo caminho, dando oportunidade ao novo, sem mácula.
Ao nível presidencial, a indagação maior quanto a insistência da candidatura de Lula que mesmo preso,  esperneia para ser candidato, alegando o Partido dos Trabalhadores que não tem outro candidato. O certo é que a três meses da eleição o quadro está totalmente indefinido, enquanto em anos anteriores, candidatos e coligados preparavam seus argumentos para o embate.
A dificultar as estratégias temos Copa do Mundo de Futebol a catalisar as atenções, principalmente dos brasileiros e se o esquadrão nacional avançar, não há quem faça falar de política ao grande público, até o final dela.
O título se justifica porque ante a tantas denúncias e prisões, a descrença tomou conta do eleitor, sendo o risco da nulidade  em massa do voto uma alternativa palpável, tornando uma incógnita o resultado do pleito.
 A ninguém interessa esta conduta, entretanto conseguir nomes que superem a torpeza reinante é o desafio dos estrategistas de plantão. De minha parte a tendência é votar em  candidato sem militância partidária, mas com grande capacidade de gerenciamento em área estatal significativa, para fugir da mesmice do partidário de carreira e em alguém que até o momento, inexista acusação de corrupção contra si. No segundo turno avaliarei os dois vencedores. Desta forma, driblo a reação ao voto nulo, deixando-a em aberto quanto aos candidatos daquela fase se houver.
Da mesma forma nos cargos inferiores, sempre escolhendo o que de menos  pior exista. Esta é a máxima para o atual pleito. Em branco ou nulo jamais.
A todos  os envolvidos com a justiça, o ônus da responsabilidade sobre suas condutas na atividade pública exercida, resultante do dom da liderança. Esta deveria ser melhor trabalhada, pois a ascendência sobre o humano pelo seu próximo é algo de sagrado e assim deve ser exercido com amor, carinho e elevada conduta ética!

sábado, 30 de junho de 2018

Lula solto, ilusão!

Tenho  sua liberdade como mera ilusão. 

A transparência vivida dá fôlego à democracia porque as intenções escusas passam por decisões que se tornam públicas”.Chega de enganação. Por um novo Brasil". 


Depois de diversas decisões no sentido de confrontação interpretativa da decisão do próprio STF de que a prisão após decisão em segunda instância é possível, ganha corpo os argumentos de que  o ex-presidente preso será solto e passível de concorrer nas próximas eleições. Entretanto o cipoal legislativo, possibilita interpretações das mais diversas, ocorrendo em consequência que depende mais da tendência do julgador do que do texto da lei, a maioria dos votos no final são controversas, dependendo caso a caso daquela opinião interpretativa de momento que as vezes contraria opinião particular já emitida do próprio votante. Mesmo assim dada a solidez do tribunal que condenou Lula e derrotas no STF, tenho  sua liberdade como mera ilusão. No mínimo usará uma tornozeleira que não significa liberdade e pior que isso absolvição!
Desta forma sob os holofotes de duzentos milhões de brasileiros, novos embates são esperados. José Dirceu e outros tiveram o beneplácito de serem soltos, mas o Juiz Sérgio Moro já determinou o uso da tornozeleira, menos mal. A contrário senso da decisão plenária que julgou viável a prisão após julgamento em segunda instância, tentam flexibilizar  a condição carcerária pelo uso da tornozeleira, pelo menos não deixa de ser preso.
O caso de Lula volta a plenário para que se reveja decisão da prisão dele, porém ontem o Ministro Alexandre de Morais decidiu que a remessa àquela instância é plenamente viável e pelo recesso do Tribunal, seu caso será apreciado somente em agosto, se extraordinariamente entrar pauta da qual não consta.
A população indigna-se cada vez mais, pois de  chacota em chacota, nas redes sociais direcionadas aos ministros da suprema corte, ora  um, ora  outro homem da capa preta dá sua escorregadela deixando no ar que tem preferência a este ou aquele líder, o que é defeso legalmente.
Difícil está para os políticos em seus níveis de disputa, com as denúncias incidindo sobre seus atos de corrupção por todo lado. Concentrados nos seus interesses eleitorais, sair desta “barafunda” em que se meteram, o Nó górdio”.
Emiti comentário sobre o tema “Lula solto” que transcrevo, na íntegra: “Lula Solto” Jornal O Estado de São Paulo – 29/06/2018  “A transparência vivida dá fôlego à democracia porque as intenções escusas passam por decisões que se tornam públicas”. Em que pese o alto nível de dificuldade na interpretação do direito, a imprensa se encarrega da análise objetiva dos fatos que chegam aos indivíduos. Salvo veículos compromissados, a maioria esmiúça legalmente as decisões de forma que o senso popular possa avaliar as mutretas. Tempos atuais: muitos presos, uma ação popular que dificulta a vida de muitos políticos: "A Ficha Limpa". Que copiemos países modernos numa "Nova Constituição". Chega de enganação. "Por um novo Brasil". 
Sigo em observações nesta postagem, pois compartilho com os poucos leitores, expressando um anseio legítimo de ver um Brasil renovado de verdade, ante ao repúdio que foi constatado a todos políticos e entidades de classe pelo povo nas ruas em 2013. Ali ficou evidente a necessidade de uma “Nova Constituição” e renovação da classe política. Com esta mensagem alguém poderá angariar o apoio popular, sem ela ficará tudo como está. Sem chance da verdadeira mudança!!! Lula solto, ilusão!