Na Trincheira do Poeta

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terça-feira, 22 de maio de 2018

A pífia reforma política!


Instalada, os temas de maior interesse popular foram rechaçados.

Dos 3,6 bilhões propostos inicialmente, foi aprovada uma verba de 800 milhões, que será coberta pela supressão de emendas com pedidos de verbas pelos parlamentares.

Dos 3,6 bilhões de reais propostos inicialmente, foi aprovada uma verba de 800 milhões, que será coberta pela supressão de emendas com pedidos de verbas pelos parlamentares.
O turbilhão de políticos envolvidos em falcatruas deixa poucas opções ao voto, mesmo porque a tíbia reforma política por muito pouco não vota apenas a fixação da verba de campanha. Sob alegação de que a verba advinda da doação de particulares fora vedada.  Assim que foi derrubada a denúncia de Temer pela Câmara Federal , alvoraçaram os parlamentares pela reforma e com o fito exclusivo neste objetivo de interesse corporativos. congressistas em articulação urgente, pois o prazo urgia.
Instalada, os temas de maior interesse popular foram rechaçados, sendo que a conquista da verba ganhou espaço e pouca coisa a mais foi votada, sendo que os assuntos com teor polêmico teve sua vigência para 2020. Desta forma, ao final a proposta de 3,6 bilhões de reais, abaixou para 800 milhões, entretanto os temas mais polêmicos: como voto distrital; extinção do suplente de senador; extinção dos vices; proibição de coligações e votos de legenda, foram abortadas da discussão, enquanto a verba para os partidos políticos vinculada a supressão de emendas parlamentares do orçamento anual.
Dos 3,6 milhões propostos inicialmente, foi aprovada uma verba de 800 milhões, que será coberta pela supressão dos pedidos de verbas pelos parlamentares.
Houve pequeno avanço quanto às cláusulas de barreiras aos partidos nanicos e novos, no seguinte teor: na eleição de 2018, os partidos precisam alcançar, no mínimo, 1,5% do total de votos válidos distribuídos em 9 estados ou mais. E em cada um desses estados a legenda precisa ter, no mínimo, 1% dos votos válidos, ou eleger nove deputados distribuídos em, no mínimo, no estados. Essas exigências vão aumentar gradativamente até 2030. A mudança deve impactar principalmente os pequenos partidos, menos representativos.
Também  foi exigido um desempenho eleitoral mínimo para que os partidos tenham direito ao tempo de propaganda e ao fundo partidário. Esse desempenho mínimo exige o cumprimento de pelo menos uma de duas exigências: na eleição de 2018, os partidos precisam alcançar, no mínimo, 1,5% do total de votos válidos distribuídos em 9 estados ou mais. E em cada um desses estados a legenda precisa ter, no mínimo, 1% dos votos válidos ou eleger 9 deputados distribuídos em, no mínimo, 9 estados. Essas exigências vão aumentar gradativamente até 2030.
A mudança deve impactar principalmente os pequenos partidos, menos representativos. Ante os descalabros e absurdos da representatividade federativa, onde o voto dos brasileiros não tem valores proporcionais, discriminação esta centenária, vista no ensino médio, quando já era criticada.
 Aprovado  o fundo eleitoral , mesmo que distante da quantia pretendida, várias sugestões de aperfeiçoamento do modelo foram rechaçadas, como visto, sendo sugerido inclusive que a reforma seja discutida fora do âmbito do legislativo eleito. Na ocasião por cidadãos de conhecer ilibado, numa  Constituinte Específica à Reforma Política, referendada popularmente, tal é a importância deste assunto para o país.
Cidadãos o clamor agora é para que valorizemos a democracia, votando conscientemente em quem demonstre maturidade e equilíbrio para bem governar, escolhendo candidatos que tenham serviços relevantes a nação, a sua cidade e de conduta ilibada, sem retoque quanto a honestidade de propósitos e radicalismos quaisquer!

domingo, 20 de maio de 2018

Eleições e a gangorra dos candidatos!


Lula foi expelido, incidente que é na ficha limpa.

Ao que consta da resenha de ontem hoje, terça-feira próxima abrirá  chance a Henrique Meirelles que a tanto tempo esperava por isso.

Dia 7 de outubro, ocorreram as   eleições gerais no país. Serão eleitos, deputados estaduais, federais,  governadores estaduais e  seus vices, dois terços dos senadores, assim como,  o Presidente da República e seus vices. Neste espaço abordo os aspectos principais quanto a presidencial, em relação aos pretendentes ao cargo máximo da federação.
Muitos tentam, mas a gangorra tem expelido alguns. O principal motivo do bota fora é a corrupção que atinge um exagerado número deles, exagerado não por culpa do agitado vai e vem do aparelho e sim pela desídia generalizada que os atinge de norte a sul do país.
Lula foi expelido, incidente que é na ficha limpa pela condenação em segunda instância, cuja pena cumpre em Curitiba, tantos outros estão presos: governador, presidente de câmara, senador indiciado, enfim são muitas as baixas. Pior que isso quem não tiver isento de participação, que não se candidate porque o eleitor vai negar o voto àquele sob suspeita.
Dessa forma a lista dos excluídos, abre vaga à ascensão do “Ficha Limpa” que boa a iniciativa da CNBB, Conferência dos Bispos do Brasil, cuja adesão foi maciça.
Nestes últimos dias Joaquim Barbosa, Ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal,  seu Presidente por dois anos e responsável pela condução do julgamento do  processo do Mensalão que culminou com condenações de vários políticos, abrindo espaço para o surgimento da Lava Jato, após assinatura de filiação no Partido Socialista Brasileiro (PSB), deu ares de que se candidataria. A inclusão de seu nome na pesquisa seguinte lhe rendeu (9%) das intenções de voto para Presidente da República. Foi um alarido só, pois há nomes que não saem do (1%).
Mesmo o Presidente Temer que passou  todo o tempo, negando uma possível candidatura, não resistiu e se pôs a promover seu nome, entretanto a reincidência de acusações que lhe impingem suspeitas, além dos processos que aguardam o término de seu mandato para o devido julgamento, é mais um que sucumbiu.
Ao que consta da resenha de hoje, terça-feira próxima abrirá chance a Henrique Meirelles que a tanto tempo   esperava por isso. Ele deixou o Ministério da Economia, que pela segunda vez conduziu com maestria, para viabilizar sua candidatura a Presidente do Brasil.
Pelos lados do PSDB ecoam vozes a pedir a substituição de Alkmin por Doria, publicação de hoje na grande imprensa. Contra o já candidato sem sucesso em 1996, algumas frentes de acusações quanto a desvios em algumas obras, seja metro, rodoanel e por aí vai. Ficha limpíssima está difícil entre os militantes na política brasileira de hoje.
Para que tem a política quanto às eleições como o “mosaico das nuvens que altera continuamente”; Joaquim Barbosa seria um fato novo e somado a Henrique Meireles daria maisopções aos eleitores, na desistência dele que tenhamos pelo menos um político veterano com relevantes serviços prestados a nação, como alternativa de voto.
Toda eleição se reveste de suma importância. Nesta a Justiça dará a máxima colaboração pela eficiente ação do Juiz Sérgio Moro, do Ministério Público Federal, em trabalho eficientíssimo com a Polícia Federal, sediada em Curitiba, pois muitos trastes, já estão excluídos do pleito por estarem presos.
Cabe agora ao eleitor excluir todos aqueles que sabem não tem conduta compatível aos valores positivos nos quais acredita, quer seja a honestidade, a destemperança, o radicalismo. Ao comum do povo, a elite, a todos é dado o direito ao voto, isto se chama Democracia. Pensemos bem antes de votar.
O xadrez da política está agitado. Os lances definitivos serão os nossos votos. Salve a Democracia!!!

domingo, 13 de maio de 2018

A Copa vem aí!


Hoje domingo, escolhi, pela proximidade, falar sobre a Copa do Mundo. A edição de 2018,  é na verdade a 21ª. Edição. Ela terá inicio no dia 15 de junho e terminará em 16 de julho , envolverá 32 seleções e será disputada em 64 partidas, em  11 cidades sede e 12 estádios, sendo a abertura e final no Estádio Olímpico Luzbniki em Moscou e terá como mascote o lobo Zabinaka, sendo país sede a Rússia.
O Brasil é o cabeça de chave, enfrentará a Suíça em Rostov em seu primeiro jogo, depois a Costa Rica, no dia 22 de junho  em Kaliningrado e finalmente contra a Servia  no dia 27 em Moscou.
Nossa seleção mantém o status de melhor do Ranking  e tem na Espanha, Alemanha, França, Inglaterra e Argentina outras cinco concorrentes ao título. Dificilmente ocorrerá surpresa, porém as resenhas esportivas não descartam a da Dinamarca.  Em se tratando de futebol muita coisa diversa pode fugir dos prognósticos, como  ocorreu com os 7x1 no Mineirão.
A convocação será anunciada no dia 14, amanhã;  e os 23 já são conhecidos do grande público. Ela se classificou em 1º. Lugar nas eliminatórias, invicta depois da assunção de Tite como técnico. Têm muitos bons jogadores, a maioria atuando na Europa, como expoentes de seus times, a exemplo de Neymar, Firmino, Filipe Coutinho, Allison, Marcelo, Gabriel Jesus, Marquinhos, Miranda, Willian enfim, a expectativa é positiva.
Num contraponto, mais uma vez a coincidência com as eleições. Estes quadriênios são coincidentes com o que há de mais importante no país, a escolha da liderança ao nível federal e estadual,  tanto a executiva quanto a legislativa. São na verdade trinta dias de refresco aos políticos, pois as atenções se concentram no futebol e mais que isso, o resultado da Copa influência no das eleições, ora mais, ora menos!
Desta feita temos um quadro muito indefinido e o melhor seria que não houvesse copa, para se discutir mais sobre os candidatos, mas na impossibilidade que ganhemos o caneco e elejamos bem aqueles que irão nos dirigir. O que não podemos é nos alienar por causa de futebol. Isto jamais. Até o dia 17 de julho, com caneco ou sem caneco.

sábado, 5 de maio de 2018

Cortiços verticais!


As condições precárias quanto à segurança e conforto eram totais. 

Novo proceder de norte a sul e  de leste a oeste para darmos chances às futuras gerações de que a casta política não pense prioritariamente em si, e sim no que de significativo possa fazer aos governados.


Circunstâncias de momento produzem comportamentos específicos tolerados pelas autoridades, face às circunstâncias imperiosas em que politicamente é melhor aceitá-las  do que coibi-las. Assim em 1890 Aluísio de Azevedo escreveu Cortiço, resultando no avaliar crítico que o indivíduo é produto da hereditariedade, do momento e do meio em que vive.
Deveras, passados mais de um século a conclusão permanece verdadeira, como detectado agora, em face da tragédia do edifício que veio abaixo no centro de São Paulo que desencadeou a análise da situação sobre a moradia de Sem Tetos, naquela região.
Chama a atenção que as condições precárias   quanto à segurança e conforto eram totais. Os comentários de especialistas detectam que o imperioso dever de coibir as ações dos invasores, é procrastinado  face ao jogo político, pois impotentes para solucionar a demanda de moradias, preferem esta acomodação da situação do que levar avante as desocupações.
Comparativamente, é a mesma situação da Cracolândia que se expandiu aos poucos, ocupando ao final, vasta área no centro de São Paulo, sobre a qual nos últimos dois anos a administração pública envida esforços para revitalizar a área.
O imóvel que veio abaixo é originariamente da Uníão, tendo servido a administração estadual e devolvido a ela. Resta do imbróglio deste evento, um vácuo ocupado pelas lideranças dos movimentos sociais de apoio aos Sem Tetos e tantos outros segmentos, nesta área.
Equipes vinculadas a liderança deles se arvoram no direito de coordenação dos moradores e cobram tachas, resultando delas direitos e deveres aos moradores que se sujeitam a eles, ante a extrema necessidade.
Assim, face a impotência do poder público na solução da questão da moradia popular, sede com a flexibilização das condutas repressivas, então o caos se implanta e os desastres acontecem.
Enfim, de tudo que vemos a conclusão é que neste  Brasil do gigantismo territorial e diversidade cultural, somente o aprofundamento do pensar na essência que provoque o reordenamento jurídico e político, reinventando mesmo um - novo proceder do norte ao sul e leste a oeste para darmos chances às futuras gerações de que a casta política não pense prioritariamente em si, e sim no que de significativo possa fazer aos governados.
O prédio que caiu, mais um fato a demonstrar a incompetência de nossos governantes, não bastassem os métodos criminosos de auferirem recursos para campanhas políticas e pior ainda de muitos para enriquecerem a si a prole.
A sua queda, símbolo da incompetência político-administrativa, pois o Cortiço Vertical nele instalado,  o  utilizava  precariamente. Ao vir abaixo, deixa uma incontestável urgência aos líderes nacionais – refletir no que fazem, pois a elite política - é responsável pelos benefícios e malefícios que sucedem aos seus governados, na ação ou omissão!
O soterrar daquele prédio aflorou a incompetência de todos  órgãos públicos com responsabilidade, político-administrativa sobre ele, quer seja federal, estadual ou municipal!!!

domingo, 29 de abril de 2018

Anseios sem ação, quimeras são!


De semana a semana, o renovar das energias!


No ocaso do domingo, o retorno ao tema reflexivo, diverso do tumultuado ambiente de múltiplas notícias da realidade fática. De semana a semana, o renovar das energias, para seguir o trilhar rumo aos objetivos traçados. Assim, um refletir se faz necessário para se reconduzir!


Anseios sem ação, quimeras são!

Bate forte no peito coração
Não se importe quer emoção
Sempre... às vezes que bom, alívio
Imagina-se o futuro, indecifrável
Hora e tempo da calma, reflexão!

Vida que se inicia, pureza na mente,
Tudo a sua volta sugere tente
Trilhas, caminhos diversos serão, 
Perambulando sem rumo, dilemas
Incertezas, ânimo, resolução a frente

Anseio infantil, aos pais amor
Lindo, cristalino qual flor
Às incertezas futuras, insegurança
Amanhece, o sol aparece, aquece
Ao renovar da luz, passos calor

A vida como o dia passa
Corações, o amor perpassa
Noutras ocasiões, vendilhões
Insinuações sempre a formular
Incrédulo do bem, devassa.

Anoitece, amanhece, sem admirar
A volta um reboliço, inerte imaginar
Num vai e vem, distante está
A cruel indiferença, indescritível
Tormenta, alheio prefere ficar.

Ânimo, da realidade dificílimo fugir
Há entretanto introspectivo intuir
Que rumo, direção por onde vou
Incerto, indefinido o caminho será
Valores sóbrios em referência seguir.

Incessantes pensamentos pela vida
Coordenação provável, evitará ferida
Incríveis, surpreendentes donde vens
Turbulentos, amenos, diversos serão
Deles fuga não há, sim luta renhida!

Determinação, avante sem retorno,
Veja que às vezes preferes, contorno
No horizonte, acenos dúbios terás
Aprendizados, referências múltiplas
O interior, a forjar diverso do morno.

Sempre vida nos remeterá a emoção,
Por todo tempo quanta indagação,
Tempo que vem, objetivo que passa
Indefinições que nos invade, dubiedade
Anseios sem ação, quimeras são!


Domingo, dia do Senhor! Refletir contrapondo pensares que nos anime, conforme valores assumidos por convicção, uma forma de aliviar nossa psique, pois estímulos diversos nos põe à prova diariamente. Que o Senhor seja louvado, para sempre louvado seja!!! Uma boa semana, leitor amigo!!!

sábado, 28 de abril de 2018

"Ab absurdo, assinaram a delação"

Esta é a lei da Delação Premiada de que tanto se fala.

O mundo evoluiu, as pessoas viajam, leem, interagem. Um ex-presidente está preso, candidatos em palpos de aranha com acusações, tudo está exposto a população em geral.

Na data de 2 de agosto de 2013 foi assinada a lei  n. 12.850 que no seu prólogo define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal; alterou Código Penal e revogou a Lei no. 9.034 de maio de 1995. Esta é a lei da Delação Premiada de que tanto se fala.
De inicio  registra-se dados da Lei de Delação Premiada, com chamamento de que por “ab absurdo”, nossos parlamentares  esqueceram dos métodos praticados no governo como um todo quanto aos mecanismos de busca de numerários via corrupção de servidores detentores de cargos que os abasteciam, como vemos nas delações a todo instante.
Ao imiscuir os recursos  privados  com os públicos e vice-versa, numa sanha ilimitada de valores de forma tão deslavada, transparece que os legisladores esqueceram-se das consequências do que aprovaram a si próprios.
Desde 2005, quando surgiu o caso de Corrupção nos Correios que o esquema de compra de parlamentares foi exposto, havendo condenação de vários políticos e servidores públicos. Então em 2013, eles aprovam esta lei que abre a oportunidade de suas condenações pela  delação de quem os corrompem. É isso mesmo, pois para o particular é corrupção ativa o crime, ao público passiva.
Parece até que foi para bater no peito e arrotar grosso “somos honestos, aí está a lei”. Mera encenação, o esquema do Mensalão, não era nada em face do que acontecia na Petrobras, Furnas, tem fumaça pelos lados do Metrô Paulista, obras da Copa, das Olimpíadas. De forma que multiplicaram-se os casos, a partir da investigação de doleiros no Paraná..
O efeito tsunami está varrendo a República. O país não é o mesmo e tampouco será doravante.  Muitos parlamentares não se deram conta de que são criminosos e que vez deles chegará.
A transparência da justiça torna público tudo que  envolve os processos, sendo que nas redes sociais e no jornalismo informativo, há interpretes das posições de cada ator, desde os indiciados aos julgadores. O mundo evoluiu, as pessoas viajam, leem, interagem. Um ex-presidente está preso, candidatos em palpos de aranha com acusações, tudo está exposto a população em geral,
Concluindo, como vimos na última postagem, o eleitor terá desta vez como separar o joio do trigo. Identificar dentre os candidatos, o mais sábio e focado nas mudanças de rumo. Necessitamos de muitas e profundas mudanças – legais,  estruturais e administrativas com a eliminação de privilégios aos políticos e a alguns setores públicos.
Na Lei de Delação Premiada, o tiro saiu pela culatra. Incautos a aprovaram e se descuidaram dos seus efeitos sobre os mal feitos. Quem sabe assim temos uma chance, num futuro próximo? Que a providência divina ilumine quem se põe a candidatar. Aos presos e condenados que assumam seus crimes renunciem e paguem pelo que fizeram. Horroroso criminosos chorões que pensam que a população é idiota. Assim já é demais, “assinaram a lei porque quiseram, incautos e venais.” Agora, segurem o rojão!

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Eleições, essência da democracia!

Eleição é para ficha limpa!

Esta prevejo,  será a sina de muitos candidatos neste pleito – a “síndrome do neste eu não voto mais”.

É o que caracteriza a expressão, condição "sine quá non", traduzida "sem eleição  inexiste" democracia. Evidentemente a abundância de conceitos, situações, se apresentam em infinitas características e formas de convivência, experimentadas ao longo de séculos conforme registros históricos desde a Grécia Antiga.  
A discussão, a expressão das ideias, razões, consequências, conforme o ditado: "o hábito faz o monge", assim se criou vários monges da corrupção pelo hábito generalizado da riqueza fácil. O candidato a merecer o nosso voto, há de ter seu passado exposto regiamente sem mácula, sua trajetória, seus feitos,  a evolução pessoal e funções relevantes exercidas a excelência, assim  - transparecerá  a distingui-lo, a tarja ou silhueta da credibilidade merecedora de nosso voto quando entrarmos na cabine.
Circula pesquisa deste final de semana do Estado de São Paulo, envolvendo 12 candidatos. Dentre eles sobressaem os quatro primeiros – Bolsonro 16, Alckmin 15, Marina 11 e Joaquim Barbosa 9. Em sequência os outros com baixíssimos índices. A esclarecer que o cenário nacional não difere muito deles e que não foi previsto a participação de quem está preso, por óbvios motivos. Eleição é para ficha limpa!
Antes de qualquer análise, me bastaria esta de que a participação direta sob a liderança da CNBB – Conferência do Nacional dos Bispos do Brasil, a população assinou proposta de lei de que condenado não poderia se candidatar a qualquer cargo público, efeito do dispositivo legal  afeito democracia direta. Ela existe e foi exercida, neste caso!
Este é o momento. O Diplomata Rubens Barbosa em análise de ontem afirma que as eleições deste ano influenciará toda década seguinte. Veja a  responsabilidade do eleitor ao escolher aqueles que tem a responsabilidade de nos administrar, influenciar as pessoas, colocando-se como candidatos.
Tudo que nos desalenta é fruto de equívocos seríssimos, interpretações equivocadas na condução do país, quanto aos - princípios educacionais, econômicos, de segurança, das finalidades essenciais do estado. Riqueza não falta ao Brasil, no aspecto da evolução comercial, industrial, no agronegócio estamos bem.
Assim, tenho que concordar com o palestrante quanto a importância do pleito. Reneguem figuras engessadas por pragmatismo que vem destes últimos 30 anos, excluas! Também aos do discurso ou canção de uma nota só, seja de esquerda ou direita, fora aos paranóicos. Àqueles que permearam o meio político e das suas distorções se valeram até hoje, sem nada que se destacasse que seja do conhecimento e sensibilidade social nacional. 
A estes que guardem suas bravatas para usos individuais - não para nos governar.
Esta receita deixo, bem sintética. Verei quem nela não se enquadra. Andorinha sozinha não faz verão, mas o prazer do direito ao voto é inigualável e individual. Porquanto, pensar ante aos graves erros que vemos – neste não votei e se votou afirmar, neste eu não voto mais! Esta prevejo,  será a sina de muitos candidatos neste pleito – a “síndrome do neste eu não voto mais”.
Na reta de chegada, as redes sociais aquecem suas turbinas. A população, sem showmícios e pouco tempo aos parasitas de plantão, será melhor esclarecida pelos idealistas de plantão. Assim, esta eleição, certamente será diferente. Quem fez mau feito ou não fez, não é com conversa fiada e argumentos dispersos  de última hora que vai convencer o eleitor. Assim espero – um país renovado e melhor! Até mesmo com uma nova Constituição!!!