Na Trincheira do Poeta

Na Trincheira do Poeta

terça-feira, 31 de março de 2015

Ainda a redução da maioridade penal

Cumprir lei e ordens é coisa de otários, quando não retrógados. 

Não importa se estão morrendo pelas drogas ou  assassinados, quero o poder a qualquer custo: está comprovado – Mensalão + Petrolão = a político ladrão.

Àqueles que vez ou outra prestigiam com sua atenção este singelo espaço, peço vossa atenção a PEC de 1993,  que tramita na Câmara dos Deputados sobre a Redução da Maioridade Penal de 18 para 16 anos.
Pense comigo: depois  de cinco anos de promulgada a Constituição, os congressistas já verificaram o equívoco. Acontece que o meio político brasileiro foi contaminado por anarquistas/comunistas para os quais a ordem ao indivíduo é uma afronta que o torna infeliz. Eles acreditam nisso, então quanto mais baderna melhor.
Este é o maior problema do Brasil nestes últimos 30 anos. Cumprir lei e ordens é coisa de otários, equando não retrógados. O que importa são os objetivos: primeiro fico rico, depois penso no voto do povão e quanto mais liberalidade mais votos. Não importa se estão morrendo pelas drogas ou  assassinados, quero o poder a qualquer custo: está comprovado – Mensalão + Petrolão = a político ladrão. Eles não estão nem aí, debocham da população com o punho cerrado quando são presos.
Foi assim que nos tornaram escravos de uma carga tributária escorchante, enquanto se enriquecem na prática da corrupção. Este é o quadro  de hoje, os atos não tem autenticidade nenhuma, cada uma quer mesmo é continuar mamando nas tetas do poder.
Os menores de idade, nestes 30 anos foram domados para o crime por traficantes principalmente. As drogas só ganharam atenção dos governantes, após serem disseminadas de tal forma que descaracterizaram a sociedade brasileira.
Hoje, somos conhecidos mais pelos crimes do que  pelas nossa virtudes. Dos palácios às favelas. Nem o futebol nos salvou na copa foram  7x1 e choradeira ante a cobrança de pênaltis, chamaram atenção quanto a fragilidade do perfil de nossa gente.
O ECA, Estatuto do Menor e do Adolescentes não alcançou as expectativas de seus idealizadores. O Crime só avançou no Brasil, é preciso que os maiores de 16 saibam que serão penalizados. Se votam porque não assumir outras responsabilidades.
Todos nas ruas em 12 de abril pedindo pela aprovação da PEC, sem se esquecer que: “todo poder emana do povo”.

domingo, 29 de março de 2015

Conspiração

“Um bom domingo na paz do Senhor a todos. Que sejamos felizes”

Uma semana fatídica em que a humanidade conheceu fato desastroso, quando em  distúrbio mental um piloto suicida mata outra 150 pessoas, em área onde praticava aeromodelismo, presumindo-se que imaginara previamente a tragédia, fato que insinuou a namorada: um dia meu nome será conhecido mundialmente.
Confesso que ao dar guarda no posto 2 do Palácio do Planalto de fuzil a tiracolo  pensava: ”se estilhaçar as vidraças da última fileira do prédio do Congresso Nacional amanhã serei notícia nacional”. Este pensamento ocorreu vez ou outra no turno em que bate:  monotonia, saudade da família de tudo um pouco passa pela mente. Todos dormindo, aquele silêncio pleno das 3h da madrugada e agente ali de fuzil no ombro. Descobri nestes momentos o valor da ronda. O Sargento ou o Oficial passava e conversava com a gente. Confissão de um pracinha esperançoso de que ficaria em Brasília e seguiria carreira militar. Deu certo, valeu  enfrentar o deslocamento da terra de Batatais.
Na linha da amenidade dominical, o acidente comoveu a todos: elevemos nossos pensamentos para pedir menos violência no mundo. Que o senhor ampare e reconforte os familiares na sua infinita bondade.

Conspiração:  
Livro de ficção escrito por Paulo de Souza Emiliano, Copyright@2013, vendas: www.bibliteca24horas.com
O título da postagem é um reconhecimento ao autor que é colega de turma das escolas de Cabo e Oficial. Ele e outro aluno cabo insistiram para que eu fosse com eles me inscrever para o concurso da Academia. Ante a minha resistência: disseram se inscreva, depois se não quiser não vá ao exame. Iam de carro, peguei carona. É fácil participar positivamente da vida das pessoas, vejo nestas pequenas atitudes. Atos do espontâneo  “ amor que resume todas as virtudes” .

“Um bom domingo na paz do Senhor a todos. Que sejamos felizes”

sábado, 28 de março de 2015

Carga emotiva excessiva!

Mas esta foi a  fórmula que assumi por convicção inabalável, em introspectiva concepção.



Tem que a vida moderna não está permitindo tempo para as pessoas pensarem, elas se tornaram beneficiárias e escravas da comunicação instantânea e ante a intensa profusão de informações negativas, as que dão mais audiência, difícil ao indivíduo resistir.



Leitores deste blog que nasceu de um ideal que é retribuir às comunidades o que delas recebi ao longo de minha. A familiar, a religiosa e a profissional. Através desta última, fazer o que estivesse ao alcance, no exercício dos dons a mim concedidos para diluir o bem, o máximo possível na condição de servidor público.
A familiar porque venho dos idos de 1940, quando a sociedade rural na qual vivi até os 10 anos, tinha nela uma forma de se fortalecer. Não faltavam exemplos de proles numerosas que superavam as vicissitudes inicias pelo  trabalho bem coordenado dos pais e todos ganhavam com isso. Aos catanduvenses em especial, cito respeitosamente a Família Zancaner, cuja história li, como ela  até hoje se vê tantas, não é mesmo?.
Filho mais velho que acompanhou o pai desde os 6 anos, evidente que este traço cultural ficou muito forte em mim e só cresceu com a orfandade precoce, pois uma  perspectiva futura por ele comentada se esvaiu, mas ficou enraizado aquele sentimento da prosperidade, frustrado pela fatalidade.
A religiosa pela tradição que se tornou convicção, pois minha mãe ia à igreja em construção no bairro, onde fui convidado  para ser seminarista. Com a  morte dela, fui ao seminário aos 12 e 13 anos e ali vivi num ambiente do qual não tenho uma só lembrança negativa. Além disso,  duas irmãs com 7 e 3 anos, foram amparadas por vários anos em colégio de religiosas. Hoje, conversamos que as barreiras que superamos em nossas vidas, decorreram muitíssimo de forças pelos ensinamentos adquiridos no ambiente religioso.
A profissional porque todos temos que subsistir, esta é uma questão - sem  a qual, simplesmente sucumbimos. Tive sempre uma fala direta com quem trabalhei sobre esta questão. “Somos servidores públicos, estamos num país democrático, onde praticamos atos  de vontade, portanto podemos trabalhar onde quisermos: servir a comunidade é reconfortante.
Discordar é fácil e  direito de todos ao pouco que disser, mas esta foi a  fórmula que assumi por convicção inabalável, em introspectiva concepção, vagarosamente sedimentada e  a cada dia mais latente no meu eu, pois ser servidor público a mim sempre foi um privilégio. A palavra patrão ficou para trás, os comandantes são tão servidores quanto o mais humilde componente das unidades.  Servir não tem limite, é uma dádiva e  pude viver isso intensamente.
Além de ter um regime legal único, toda ação reflete nas comunidades. O acesso na escala hierárquica, potencializou a diluição das energias nas comunidades e quando olho no retrovisor do tempo, sei que me faltaram muitas habilidades e virtudes para fazer mais, entretanto as que tinha não medi esforços para exercitá-las, no êxito nas missões.
E o que tem isso com a carga emotiva excessiva? Tem que a vida moderna não está permitindo tempo para as pessoas pensarem, elas se tornaram beneficiárias e escravas da comunicação instantânea e ante a intensa profusão de informações negativas, as que dão mais audiência, difícil ao indivíduo resistir.
Lamento profundamente o acidente ocorrido esta semana e reafirmo minhas convicções de que  muitas são as maneiras para se livrar de eventos drásticos, no caso do piloto alemão as primeiras informações dão conta de que ele tinha acesso  ao lazer; vida digna e confortável, porém não resistiu ao limite que a doença lhe impingiu.
Fórmulas miraculosas inexistem, expus donde vim e simples conceitos de minha vida, dividindo com todos vocês as dores que  atingem o recôndito de nossas  almas. Ninguém aceita indiferente as tragédias humanas. Que o Senhor seja louvado, com ele e o amor que Jesus nos ensinou,  fica mais fácil viver. Este é meu testemunho, a propósito do momento vivido no mundo e no país!

quinta-feira, 26 de março de 2015

Redução da maioridade penal

  
 Seu número é 171/93, portanto fez anos  22 de prateleira.

Não há porque temer a penalização deles, mesmo porque há condições para construir presídios especiais para esta faixa etária, não bastasse outros meios modernos de contenção.


A PEC que reduz a maioridade penal foi colocada em discussão na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal no dia 24 último, havendo alarido de jovens e algumas poucas pessoas nas galerias que de forma incisiva demonstravam seu descontentamento pela continuidade dos trabalhos.
O curioso é que assunto tão importante para a sociedade brasileira seja protelado ano após ano, pois seu número é 171/93, portanto fez 22 anos de prateleira, enquanto isso a criminalidade só aumenta, representando uma situação de caos com mais de 50 mil assassinatos ano, muitos deles envolvendo menores. A participação deles no tráfico  também é devastadora; a prostituição infantil da qual decorre a gravidez precoce, enfim consequências malévolas que persistem sem solução do Estado.
A mudança da idade de 18 para 16 anos é fundamental como fator inibidor da atuação criminal do menor. Evidentemente que nenhuma alteração legal vi resolver situação fática que se arrasta por tantos anos. Ela será benéfica se analisada num conjunto de medidas de reformulação da estrutura da segurança pública e  da justiça penal na atuação de inibição e  contenção da criminalidade, acompanhadas com a evolução da  educação de nosso povo.
Ao analisarmos a estatística criminal no Brasil vemos que ela é assustadora; disparadamente maior que a de países vizinhos mais pobres. Registro aqui a impressão  de constituintes que reconheceram publicamente, tempos atrás, que  o caráter benévolo da Constituição Cidadã quanto aos deveres dos cidadãos, ao  ouvir como resposta em entrevistas - que ela foi editada ainda sob a emoção de muitos  que estiveram presos. Estes certamente subversivos da ordem e terroristas, muitos deles ainda no Congresso. Está explicado o esquecimento.
Assim, caminhamos com a benevolência do direito de voto aos maiores de 16 anos, enquanto a  responsabilidade penal permaneceu 18. É notória a evolução da capacidade do entendimento do extrato social,  de suas normas e valores cada vez mais precocemente, pela dinâmica da comunicação e interação entres as pessoas, principalmente dos jovens.
Não há porque temer a penalização deles, pois há condições para construir presídios especiais para esta faixa etária, não bastasse outros meios modernos de contenção. O que não podemos é prosseguir com esta condição que lhes é dada de ter suas fichas limpas, após os 18 anos, mesmo com a participação em crimes. Suas utilizações em gangues e outras formas de ação pelos maiores de idade na prática de graves crimes, é descomunal.
A aprovação da PEC 171/93, não é a solução, como nenhuma lei será jamais, entretanto ela é fundamental no conjunto de mudanças que se espera sejam efetivadas. Como ela já está quase caduca com tanto tempo de espera que seja uma das  primeiras a ser implementada.

domingo, 22 de março de 2015

Mulher ideal (poesia)

Consigno a síntese  de um pensar  introspectivo  particular.

Domingo dia de descanso  e de reflexão. Hoje, com o estímulo da   espontaneidade do autor da poesia em homenagem a esposa, consigno a síntese  de um pensar  introspectivo  particular.
Reflito sempre que o tripé: fé, coragem e resignação sustentam o templo da vida àquele que tem - no amor a síntese de todas as virtudes - a emanar energia, donde flui a plena  felicidade. 
Simples assim, como a pureza dos versos do amoroso esposo, pessoa de meu convívio.

Que o Senhor nos ampare e inspire na prática do bem todos os dias de nossas vidas. Assim seja! Amém.

Mulher Ideal. (publicado em 22/03/15)

Com você me sinto tão feliz
Ter você foi tudo o que eu sempre quis
E foi esse seu jeitinho delicado,
Que um dia me deixou alucinado.

E me fez por ti apaixonar
Agora, sentindo toda essa emoção
Explodindo dentro do meu coração,
Eu sinto que preciso te falar.

Você é a mulher ideal
Que afasta de mim todo e qualquer mal
E me faz sentir tão bem.
Você é o lindo caminho,
Que um dia eu escolhi pra não andar sozinho.
Pro seu lugar não existe mais ninguém.

Você tem o encanto de uma rara flor,
No olhar a expressão de um sincero amor.
Amor, como é bom sentir sua doçura,
E em ti encontrar tanta ternura.

Você preenche todo o meu ser
É de você que vem a luz do meu olhar
Vem também a força do meu caminhar
Em você eu vejo tantos motivos pra viver.


Texto inédito, escrito tempos atrás.de Vanderlei  Carlos Facchin


sábado, 21 de março de 2015

Redução de 39 para 20 ministérios

Com consequente encarecimento e ineficiência da máquina pública.

É hora de uma pressão seletiva bem definida. É constitucional - todo poder emana do povo, artigo 1º., parágrafo único. 


Ouvi a manifestação do Presidente da Câmara Federal quando disse que priorizará o projeto de lei que tramita na casa, sobre a redução dos ministérios de 39 para 20, em relação a discussão do pacote anticorrupção, pois já há leis para tal assunto. 
Na campanha ficou evidente que o desaparelhamento do Estado passa pela redução de cargos públicos. Este tema foi debatido exaustivamente pelos candidatos, evidenciando-se que: tem assessores demais,  a maioria de apaniguados partidários, sem habilitação técnica para  os cargos e funções, com consequente encarecimento e ineficiência da máquina pública.
É do conhecimento que os Estados Unidos  tem 15 ministérios, são 24 a mais por aqui, convenhamos  é uma diferença descomunal. Além disso, eles tem 318 milhões de habitantes; extensão territorial de 9.857  Km2,  por isso mesmo se diz: “temos mais caciques do que índios”.
Considero que o sentimento de indignação contido nas manifestações de 15 de março, deve abranger específicos e urgentes  objetivos, consoante prioridades agendadas. Quanto a diminuição de ministérios, há consenso popular nacional. É hora de uma pressão seletiva bem definida. É constitucional - todo poder emana do povo, artigo 1º., parágrafo único. Consequentemente ou faz o que o povo quer ou será alvo de sua veemente indignação e repúdio.
Há necessidade de mudanças urgentes na área da segurança pública, entre elas: a menoridade penal; a reformulação do sistema policial e judiciário penal de forma a dar eficiência ao sistema  para reverter o quadro de impunidade e  assim por fim a evidente impotência do estado ante ao crime. Ontem, no Rio de Janeiro ocorreu  o 40º. caso de bala perdida, a vitimar pessoas. Uma excrecência.
A indignação popular nas ruas tem várias causas - impunidade; corrupção; descompromisso com promessas de campanha quanto aos aumentos: dos preços da energia elétrica; dos combustíveis; impostos sobre a movimentação financeira e empréstimos;  do desemprego; incidiu também a questão da restituição do imposto de renda abaixo da inflação; corte de benefícios sociais, explosão na valorização do dolar e outros.  Com estes dados em mãos dos eleitores  6 meses atrás, bem passível que a Presidenta teria os 13% dos votos e perderia vergonhosamente a eleição. 
Parte da elite política tenta contemporizar a possibilidade do impeachment, é do jogo. Está registrado neste blog em "Síndrome do II impeachment", (acessar em 2 de abril de 2014). Em 2005, foi a mesma situação de hoje, ante o mensalão: não houve declaração do impedimento  que nem foi proposto, aí está o Petrolão. Repetiram o esquema de corrupção na Petrobras “a enésima potência”, com sucesso absoluto. A conclusão é sua cidadão, impeachment sim ou não? Se você quiser ela deixará a presidência. Pressione o candidato em quem você votou de vereador a senador, bata panela nas ruas de verde e amarelo pacificamente que o seu objetivo será alcançado.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Manifestação incomparável!


Bandido é bandido e não pode ser governante.


Não é doação pela simpatia à causa e sim empréstimo que se confunde com negociata vil e retorno certo.

Artigo de minha autoria publicado nesta data no jornal O Regional de Catanduva

Há dois anos, aconteceram as manifestações de junho de 2013 e agora as de 15 de março, estas últimas parecem mais com a Marcha da Família ocorrida em 19 de março de 1964, pela presença dos filhos e até netos, porém a ela tinha muitas coisas por trás, ao contrário da espontaneidade de agora. Em 1964, havia enorme repulsa àqueles que tinham por escopo implantar o comunismo no país, via Cuba.
Passados 20 anos tivemos as Diretas Já contra regime eleitoral pelo domínio dos militares por anos a fio e toda celeuma dos confrontos entre estes e os sublevados terroristas. O tempo passou e a promessa de devolução do poder aos civis foi sendo postergada.
As  manifestações do 15 março de 2015 foram diferentes das Diretas Já, pela sua espontaneidade pois  agora inexistiu artistas, políticos ou outro atrativo que não seja o descontentamento. Somente na Avenida Paulista reuniu um milhão de pessoas, sendo que os protestos se espalharam  pelo Brasil  afora, inclusive em algumas regiões no exterior.
Elas se deram a partir de estímulos  pelas redes sociais, sem a presença de caciques quaisquer - nem  cantoria de artistas interessados no lobby pessoal e muito menos dos discursos dos políticos. As cores  da Bandeira Nacional deram o tom, preponderando o verde e o  amarelo, que representam nossas matas e riquezas, entre elas o ouro como se aprendia nas escolas, em tempos que se valorizava a ordem e o  civismo.
Os manifestantes protestaram contra a ação criminosa de nossos mandatários atuais, uns condenados no Mensalão, outros sendo  inseridos agora na relação do Petrolão e por tantos outros que ainda permanecem ilesos.  As pessoas pediram na verdade pelo fim de um ciclo de falsos líderes e como em 2013, ninguém se atreveu a imiscuir-se na multidão. À noite, enquanto  ministros  de plantão  falavam a nação, em São Paulo e outras cidades, ocorreu um panelaço, ninguém quis ouvir nada: era uníssono o Fora Dilma! Casualmente, estava em São Paulo e senti muita indignação, tanto à tarde, como à  noite.
Ao contrário das Diretas Já, ninguém foi a Paulista para ver show artístico, ícones esportistas ou discursos de políticos, quem lá esteve representou sentimento de que as obras daqueles do palanque das Diretas Já e dos anistiados terroristas que assumiram o poder no Brasil, não foram suficientes para evitar que  bandidos  encastelados  transformassem o  país numa terra de corruptos e corruptores, como se vê na operação Lava-Jato.
Que não se confunda Velha da  Corrupção com os atuais governantes corruptos condenados do Mensalão e relacionados ao STF, no Petrolão. Aquela sempre foi bem mais moderada, é difícil empatar com a turma do poder atual.   Como disse Paulo Roberto da Costa: 2, 3 ou 5 milhões para caixa de campanha,  não é doação pela simpatia a causa e sim empréstimo que se confunde com negociata vil e tem por objetivo o retorno certo ou seja: conluio,  compadrio para perpetuação no poder e nas benesses deste.
A população não quer ser mais enganada, chega da era daqueles que se fiam no princípio:-  “os fins justificam os meios quaisquer que sejam eles, mesmo que ilícitos”. Esta máxima se presta para guerra, em tempos de paz -  bandido é bandido e não pode ser governante. 

quinta-feira, 19 de março de 2015

Terremoto político em Brasília

Cujos efeitos  refletirão no poder político central

 A questão é mais dinheiro, sempre, mais ... que sai de onde? Sai do bolso das  milhares de pessoas  que foram às ruas.


Brasília está muito longe dos mares por isso não podemos chamar de maremoto, o efeito será mesmo de acidente terrestre gravíssimo, que  refletirá no poder político central, não bastasse toda crise instalada desde o 1º. dia  do  2º. mandato  presidencial.
O ex-governador Cid Gomes resolveu esculhambar a Câmara Federal ao se apresentar para desculpas aos deputados pela afirmação de  que para eles quanto pior melhor,  porque o governo em dificuldade precisa negociar apoio, então abre-se a possibilidade do “achaque”.
Ao invés de se desculpar, confirmou em alto e bom som o que dissera aos estudantes, daí decorreu uma série de atos de absoluta baixaria com acusações recíprocas e exaltação dos ânimos.
Dez minutos depois o  ministro foi demitido, sendo  a repercussão  altamente negativa porque é um ex-governador do Ceará que afirmou o jogo baixo que se passa no legislativo brasileiro.
Por outro lado, parece mesmo que a turma do planalto central perdeu a referência do bom senso. Vejam só leitores, enquanto 2 milhões de pessoas vão às ruas sem nenhum gasto, cientes pelos meios mediáticos disponíveis de tudo que iria acontecer, sugestões gerais  de conduta. O que faz o parlamento?
A contrário senso, ele triplica a verba partidária, e alguns dizem: é que não haverá verba de campanha de particulares que será extinta com a reforma política. Certamente os efeitos  refletirão negativamente no seio da população.  Então são notícias extravagantes proporcionadas por que o “uso do cachimbo deixou a boca torta” - a questão é mais dinheiro, sempre, mais dinheiro que sai de onde? Sai do bolso das  milhares de pessoas que foram às ruas. Dificilmente, alguém evitará que corruptos peguem dinheiro de terceiro para patrocínio político.
 Ainda ontem, o prefeito de um munícipio carioca foi preso com 100 mil reais de propina que exigiu da empresa contratada, cujo proprietário  o denunciou a Polícia Federal. Ele, pasmem, substitui o antecessor que não completou o mandato pelo mesmo motivo, ambos coincidentemente do  Partido dos Trabalhadores.
A corrupção é endêmica. A "Velha" da Presidenta está assustada com os tempos atuais, antes caminhava às escondidas, hoje está no centro das atenções em Brasília, acompanhada  de velhos, moços de todas as cores, peso e  altura, muitos poderosíssimos.  Está difícil suportar tanta ignomínia.


sábado, 14 de março de 2015

Fraterna união

Dedicada aos  filhos, razão maior de nossas vidas!

Domingo  dia do Senhor especial e fervoroso  pedido de que nada de mal aconteça aos manifestantes,  os quais no mais legítimo exercício da cidadania,  buscam a adequação da política no país a novo regramento e conceitos. Que os atos de protestos aconteçam pacificamente, sem incidentes para os participantes.
Registro a citação na revista: AOPM News edição de fevereiro, pág 6, do texto publicado neste blog:  Aspectos da Segurança Publica de 30/01/2015



Fraterna União


Foi assim... que unidos nasceram
Como a terra e o grão,
Dos mesmos seios beberam
Em fraterna união.

Como os lírios em festa
Pelos prados a bailar.
Tal bando de aves alertas
Nos ramos a gorjear.

Corpos ágeis pequeninos
Com tanto brilho no olhar.
Qual ninhada de felinos
Assim...pelo chão a rolar.

Quanta graça e beleza
Habita este lugar.
É preciso que se veja
Não é possível narrar.

Foi assim... bem de mansinho,
Que a mão sutil do destino
Uniu com muito carinho
Os irmãos desde pequeninos.




Texto inédito de Ivanir Arão Xavier - escrito no mes de Setembro de 2014

Nova política, velhos camaradas

A evolução cultural não acontece, enquanto a política-administrativa  retrocede.

Ao invés de mostrar a condenação dos  líderes ímprobos presos, preferem expor  a esperteza daqueles que  aperfeiçoaram o método de surrupiar o patrimônio público.

Na última campanha eleitoral um fundamentos voltados à renovação de conceitos na governança do país ganhou força pelo lema da “Nova Política” defendido por uma das candidatas. Na verdade a gestão governamental é complexa, principalmente a do Brasil que é gigantesco e riquíssimo pelas propriedades naturais de que dispõe, entretanto patina uma vez que a evolução cultural não acontece, enquanto a política-administrativa retrocedeu.
Nos debates, apesar do jogo de esperteza próprio a situação, vimos escancaradas interpretações de situações que afrontam o entendimento do mediano. Falou-se muito no privilégio do capital financeiro que  explora inegavelmente  o brasileiro. Ele que poupa a 1/2 meio por cento ao mês e paga 10% no cartão de crédito e tantos outros índices econômicos absurdos, sente-se vilipendiado.
Entretanto um aspecto com crítica unânime  por todos os candidatos foi o aparelhamento do estado que consiste no abandono da meritocracia para privilegiar quadros partidários. Este é apontado em destaque como responsável pelos escândalos de corrupção que vimos nos últimos 12 anos.
Pergunta-se, como um  projeto de poder que tem entre os princípios “os fins justificam os meios” que não contempla parâmetros quanto aos  métodos para se manter, poderá ater-se a moralidade pública.  A prática do suborno, ao contrário foi institucionalizada, quem não tiver o perfil é alijado da política deles.
Quem pesquisar a história do comunismo, verá que um meio encontrado no início do século passado pelos bolchevistas foi plantar agentes nos mais diversos rincões, através das Internacionais Comunistas, foram três, para corromper as  lideranças políticas. A prática se tornou corrente: Lamarca estava de posse de uma sacola de dinheiro, não trabalhava e nem tinha renda. Há um filme enaltecendo aqueles que assaltaram o cofre do Ademar, daqui a pouco farão um sobre os assaques a Petrobrás, espero que seja para mostrar os criminosos presos, desde empresários a políticos.
O do Mensalão está atrasado. Quem o financiará? Ao invés de mostrar a condenação dos  líderes ímprobos presos, preferem expor  a esperteza daqueles que  aperfeiçoaram o método de surrupiar o patrimônio público. Os líderes comunistas de outrora ficariam extasiados se assistissem – Lula o  Filho do Brasil.
Uma Nova Política é devida e esperada. Após junho de 2013, se pudessem a promoveriam  a toque de caixa. É necessário que subamos nas abóbodas do Congresso Nacional novamente e de lá façamos um limpa neste ideário do vale tudo. Há que se rever a concepção política dos líderes atuais para repor o Brasil nos trilhos, com uma reforma profunda na politica.
O tema é complexo, mas em síntese diria que a honestidade por ideal e  a transparência como apanágio dele, praticadas pelos duzentos milhões de habitantes, a começar dos políticos seria a atitude individual ideal para resolver de imediato a questão da devassidão no Brasil.
Nova política, velhos Camaradas, um título por demais apropriado. Desde o ano de  1917 as malas compram  consciências de pusilânimes humanos, mundo afora. Abaixo “a foice e o martelo” e os seus corruptíveis e  arbitrários ensinamentos. O Brasil jamais vestiu vermelho, cor que  não compõe as da Bandeira Nacional!

sábado, 7 de março de 2015

Soberania pela foice

Nesta semana,  deram o ar da graça quando mil mulheres armadas...

Consta da Carta Magna o direito de propriedade garantido, logo a seguir nos direitos individuais:  caput do artigo 5º.

O estado de beligerância do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra foi cantado em verso e prosa pelo ex-Presidente da República, quando recentemente em ato do PT, na Bahia, insinuou que um exército deles poderia ir às ruas na defesa do atual governo pela iniciativa de Pedro Stábile, seu presidente.
Nesta semana,  deram o ar da graça quando mil mulheres armadas de facões, foices e outros instrumentos, invadiram o Centro de Pesquisa Futuragene Brasil, na cidade Itapetininga, onde destruíram estufas, mudas e material genético, além de pichar o local  e escrever “Soberania Alimentar”. Enquanto outros  70 deles invadiam o local de reunião na Esplanada dos Ministérios em Brasília, onde haveria a votação da decisão sobre  a utilização do eucalipto transgênico sob a alegação do prejuízo na produção de mel, sendo que os pesquisadores afirmaram que haverá produção de madeira mais rápido, utilizando-se, menos área com a plantação e por consequência mais terra para plantio de alimentos.
Veja que são complexos os argumentos sobre a questão para serem obstados a força física e de forma a violentar o direito de propriedade, com sérios danos aos empreendedores nas pesquisas, cujas mudas demorarão meses para serem formadas novamente.
A soberania é princípio fundamental  do Estado de Direito Democrático do Brasil, artigo 1º. inciso I da Constituição Federal, como também consta da Carta Magna o direito de propriedade garantido, logo a seguir nos direitos individuais:  caput do artigo 5º.
As ações impetuosas, sem o mínimo respeito aos direitos de terceiros, principalmente os de propriedades e de ir e vir, virou moda nestes 12 últimos anos. Eles, O MST e outros movimentos sociais não respeitam o direito alheio e sob qualquer pretexto, promovem baderna e dano ao patrimônio público e privado de forma a afrontar a ordem constituída com prejuízo a quem quer que seja.
Não há rejeição gratuita aos movimentos desde que tenham limite. O uso da força como meio de afronta a ordem constituída sem nenhum amaparo legal só faz prejudicar o governo que faz tempo não vem bem das pernas, o ato só depõe contra a sua própria estabilidade e o  povo já demonstrou em 2013 que está no limite da saturação.
O escândalo da Petrobras e as falsas promessas na campanha eleitoral desgataram em demasia a mandatária maior da Nação, portanto não é o melhor momento para demonstração de força, apesar de incitados como dissemos no introito desta  publicação.
Que um alvorecer de esperança surja no horizonte do Alvorada de forma a proporcionar mudança  de rumo  nas decisões de nossos mandatários para que os direitos constitucionais sejam respeitados, sem o seu  vilipêndio pela violência (sem foice) e sem falcatruas corruptíveis de bastidores, como as relacionadas no escabros caso do Petrolão.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Benesse com passagens!

Dou o que não é meu, distribuo toda e qualquer benesse que puder.

Todos sabemos o custo do político pátrio, assim como os demais itens negativos que o coloca entre aqueles mais caros do mundo. 

Infelizmente os políticos brasileiros querem se  perpetuar no poder pelas bondades praticadas. Simples assim, não? Dou o que não é meu, distribuo toda e qualquer benesse que puder e vou levando minha rica vida de parlamentar. Todos vão a busca de iniciativas que os marquem por benévolas conquistas. A parte estrutural, o pragmático, as iniciativas saneadoras de longo prazo e alcance que fiquem para quem vier depois. Então vemos uma gama de  empossados  aprovarem concessão de  passagens às suas esposas para se deslocarem à Brasília. Parlamentares de alguns partidos recusaram e criticaram os benefícios ao que deu de ombros o Presidente da Câmara Federal - quem não as quiserem que não  usem as passagens, isto porque o dinheiro não sai do bolso dele, certamente. Acontece que o pacotão não pegou bem e foram revogadas as concessões. Sinal que podemos melhorar.
Todos sabemos o custo do político pátrio, assim como os demais itens negativos  que o coloca entre aqueles mais caros do mundo. Há todo tipo de descalabros. Trabalham pouco sob alegação de que devem estar em suas bases, tem as mais diversas mordomias, não bastasse excesso de assessores,
Nos debates de campanha essa situação aparecia como bandeira: desaparelhar o estado, adotar a meritocracia, desarticular os  nichos de apaniguados dos quadros partidários que tomaram empresas para si, como ocorreu com a Petrobras. Há de tudo um pouco, aposentadoria precoce de político é um ítem dentre aqueles que chamam atenção.
O vai e vem das benesses com passagens para as esposas não ficou bem para os parlamentares eleitos no pós manifestações de junho de 2013. Há a exigência de novos comportamentos e posturas, desprendimento no atuar.  É necessário que se passe a régua em velhos hábitos e estruturas de poder pelo poder que nos leva a um escândalo atrás do outro.
Assumir e autorizar benefícios descabidos está longe do que se espera da  nova política e o que é pior ,o atual presidente do legislativo tem vários mandatos no currículo. A Mesa Diretora tornou sem efeito a autorização de passagens, para restringi-las somente a casos excepcionais. A má utilização das passagens por familiares e assessores ficou conhecida como a ”farra das passagens” em 2009, razão pela qual deu-se a proibição, ora mantida. Alguém pagou mico!