Na Trincheira do Poeta

Na Trincheira do Poeta

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Investigações esvaem energias!

Ministros e parlamentares denunciados às dúzias, uma vergonha...

Uma negação ética do exercício da representação popular. Uma traição mesmo à Pátria que merece a exclusão sumária e definitiva da vida pública.

Em  2016 o Impeachment, com traumático processo que parou o país. Em 2017 duas investigações contra Temer e lá se vai mais energias... Ministros e parlamentares denunciados às dúzias, uma vergonha à classe política brasileira. A toque de caixa intentam reformas oportunas aos políticos, como a política, um arremedo de propostas sem nenhum idealismo no seus conteúdos e sim o alcance de benefícios aos encastelados e seus partidos. Uma anarquia generalizada, e o povo, que não aguenta mais ir para as ruas, assiste a este circo de artistas do jogo da esperteza sem nenhum senso crítico e critério ético.
O Presidente do PSDB, preso e deposto, exige dos Ministros do STF atenção especial em julgamento, cuja decisão em voto de Minerva da Presidente Carmen Lúcia deixou oportunidade para que o Senado apreciasse, com poder de revisão a decisão, prevalecendo a parlamentar quanto à deposição e restrições à liberdade, previamente impostas.
Reconduzido ao posto, o Senador Tasso, no mesmo dia, disse que Aécio não tem condição de presidir o partido. Na Câmara dos Deputados, rejeitaram a segunda denúncia contra Temer. Da Reforma da Previdência nem se ouve falar. Atos do Presidente são questionados, com recuos sucessivos, como se as autoridades estivessem fazendo balão de ensaio com suas competências.
Em recente entrevista, o Juiz Sérgio Moro disse que apesar de bem cotado nas pesquisas para o cargo de Presidente, pretende seguir o Ofício de Juiz. Fez um resumo da Operação Lava Jato que em três anos com abrangente rol de investigações, sucedendo o Mensalão. Nela foram presos vários políticos, empresários e servidores públicos, nomeados e de carreira. Também recuperou vultosa soma de numerário, servindo de parâmetro a conduta ilibada que deveria prevalecer na administração pública.
A política está atravancada pelas mais diversas denúncias graves que recaem sobre seus agentes. Uma situação inimaginável que depõe contra a imagem do homem brasileiro. O envolvimento dos ex-presidente Lula e Dilma no aparelhamento da Petrobrás, do qual está provado que  todos os partidos da base aliada se beneficiaram de recursos públicos e ainda a aprovação de Emendas a Constituição Federal, sob pagamento a políticos como premiação pelos privilégios alcançados, uma negação ética do exercício da representação popular. Uma traição mesmo à Pátria que merece a exclusão sumária e definitiva da vida pública.
Por isso, não deixo de reivindicar: eleições vinculadas a instalação de Poder Constituinte que reveja a Carta Cidadã. Uma nova República, sob novos conceitos e princípios. O serviço público brasileiro está contaminado pela conduta que resulta em ineficiência consentida generalizada e privilégios que persistem descabidamente.
Felizmente, a comunicação de hoje expõe esta situação publicamente em rede com o rol deles. Com a palavra, os Constituintes. Menos políticos de norte a sul, no três níveis do poder. Mais professores e médicos em todo país. Conduta ética e amor ao próximo. Servir e não se servir, sempre ao homem público!

sábado, 14 de outubro de 2017

STF empate ou conluio?

Eles lavaram as mãos, sobrou para a Presidente!

Ás vezes se aglutinam formando blocos, pois  andorinha sozinha não faz verão”. Daí a queda de braço, agora vista!

Excrecência uma palavra forte para identificar situações escabrosas decorrentes, no caso da conduta detectada na Suprema Corte de Justiça do país, não bastasse as que incidem nos atos  de corrupção de políticos, empresários;  até  no esporte olímpico, o símbolo um dia da altivez cultuada pelos nobres e puros de coração e mente. A grande imprensa afirma que o placar era sabido pela linha de pensamento e interesses a influencuaiar os juldores. Eles lavaram as mãos, sobrou para a Presidente!
A aldeia global cantada décadas atrás a nível mundial,  parece girar descontroladamente. Ao invés das grandes guerras imperialistas pela conquista de territórios e de populações, no passado. Hoje, vemos a subversão das mentes quanto aos valores humanos, numa malévola conduta na busca da riqueza pela  paranoia do domínio dos conceitos filosóficos e de crença.
No caso do Supremo tem de tudo, vínculo com quem nomeou, concepções filosóficas diversas sobre os fins do Estado. De tudo que o relés mortal assiste, pois são “supremos”. Ás vezes se aglutinam formando blocos, pois  andorinha sozinha não faz verão”. Daí a queda de braço, agora vista!
Faz-se do rito um verdadeiro circo, em nome da transparência lá se vão horas e horas de exposição na Corte, gravada para reapresentação para que se cumpra o quesito da transparência.
Com votos adrede imaginados pelas posições dos ministros individualmente neste momento, deu-se o empate na votação, no último julgamento envolvendo Aécio Neves, quanto aplicação das penas restritivas discutidas. A necessidade da decisão da Presidente Carmen Lucia em voto de minerva, já era esperada e divulgada na grande imprensa!
Está difícil de entender esta República, onde o judiciário  salvaguarda  de seus valores titubeia, formando blocos a defender em uníssono teses, mais parecendo um conluio entre partes a buscar uma única decisão que atenda aos dois poderes de forma a se evitar cisão. Nem sempre a conciliação representa a mais sábia das soluções. Com a palavra o parlamento. Se houve conluio, uma decepção sempre. O futuro dirá?

terça-feira, 10 de outubro de 2017

As pesquisas e suas nuances!

Certo é que não saiu reforma política alguma!

O Partido que melhor identificar o que deve ser reformado e fizer disso sua plataforma de campanha, terá melhores chances se o candidato tiver uma mínima confiabilidade.


As pesquisas, ora as pesquisas! Lembranças de algumas viradas nos mostram que a efervescência do momento torna incertas elucubrações sobre o sucesso de qualquer candidato posto neste momento, pois muita água haverá de passar sob a ponte, muitos políticos a serem condenados e mesmo o desdobrar de investigações, ainda não concluídas.
Certo é que não saiu reforma política alguma! Houve sim uma discussão, entre os mesmos para viabilizar verba oficial para campanha e um ligeiro aceno quanto a sérios descalabros que contaminam de negatividade a política no país pelo excesso: de partidos e mais grave ainda de privilégios aos políticos. Foi uma encenação só de última hora, tema este e outros gravíssimos da estrutura do estado brasileiro que devem ser revistos por um Poder Constituinte específico, após a próxima eleição.
Sobre as pesquisas me lembro bem de Maluf versos Erundina. O primeiro disparado na frente despencava a vinte dias da eleição. De volta da capital, disse a amigo – o turco vai perder, só se fala dessa hipótese pelas ruas e não deu outra...a nordestina faturou. Também pela mesma turma lembro-me de uma virada ao senado em São Paulo quando Franco Montoro, Suplicy e Jornalista Ferreira Neto pontuavam a frente, com destaque para o último. Motoro caiu, restando os dois, com larga vantagem ao “malufista”...na  noite da eleição, tudo foi por água abaixo. Suplicy tirou milhões de voto de diferença.
Vejo que a virose está espalhada nos políticos de carreira. São tantas as falcatruas e surpresas de mais desmandos, como esta decepção dos Jogos Olímpicos, maculados que estavam pelo doping dos atletas russos e agora pela constatação da compra da vaga das Olímpiadas no Brasil, que na próxima eleição a vida ilibada do candidato vai ser decisiva porque não vai faltar investigação e denúncia sobre todos os candidatos certamente.
Este estado de coisa é bom e alentador, pois a inércia pela perda da capacidade avaliar atitudes nefastas, corruptas e de incompetência para governar nos levaram ao estrangulamento na condução dos objetivos da nação.

As próximas eleições uma oportunidade de virada, ela só virá com a instalação de um Poder Constituinte Reformador para rever os equívocos destes últimos trinta anos, principalmente quanto à estrutura do Estado e descalabros dos privilégios na administração pública, concedidos desavergonhadamente,  aos políticos em todos os níveis. O Partido que melhor identificar o que deve ser reformado e fizer disso sua plataforma de campanha, terá melhores chances se o candidato tiver uma mínima confiabilidade. Chega de blá...blá... Cartas na mesa. Muda Brasil para o bem das novas gerações!

Resenha da semana VII


Pinceladas em noticiário recente!
A Cabeça do Ateu, por Leando Karnal- Filósofo 01/10/2017
Tema dificílimo! Prefiro a cabeça de quem imagina ser Deus o Amor. Aquele Amor devotado indistintamente às pessoas por comungarem as vicissitudes da vida; as causas nobres, como promover a justiça, a benemerência, a elevação do próximo e com ele compartilhar a vida. Difícil não? Mas assim, todas a dores se minimizam e as alegrias se somam! Deus a busca do ideal e a tolerância infinita!
Num armazen em Genebra Nuzman guarda o ouro brasileiro. 05/10/2017
O esporte olímpico tão nobre nas mãos de crápulas! Terríves tantas notícias negativas, escabrosas sobre homéns públicos brasileiros. Até o esportista presidente do COB?!
Ainda sob escolta, ex-juiz é opção ao governo do Mato Grosso do Sul – 10/10/2017

Ao permear esta parafernália de acusações,  prisões de réus confessos e de tudo que vimos nos últimos anos, evidentemente que os políticos de carreira estão todos enlameados pelo lodaçal dos crimes escancarados por delatores premiados legalmente mediante o benefício da diminuição de penas. Assim, restam aqueles imunes a corrupção, com ações carreiras de sucesso quer seja na iniciativa privada, como prefeito de São Paulo e na função pública pela conduta ilibada, no caso deste juiz se assim foi de verdade!

domingo, 1 de outubro de 2017

Da formatura ao casamento!

Muita alegria de todos em momentos especiais de nossas vidas. 

A excelência do curso, os valores familiares, somados a experiência de cinco anos como soldado em três corporações militares distintas, deu o amálgama que caracterizou minha conduta no exercício do comando da tropa por quinze anos.

Constei em postagem que no dia da formatura noivamos. Foi no Restaurante Brasão, na Vila Maria com a presença de ambas famílias, pois o primo dela também formando participou com seus convidados. Muita alegria de todos em momentos especiais de nossas vidas. Fomos designados para a unidade da área em residíamos com sede na Lapa, à rua Spartacco  366, 4BPM/M. Daí ao casamento em 15/05/1976 se passaram dez meses. Um período de meditação profunda sobre a responsabilidade de constituir família e o início do oficialato. Confesso que me recolhi em pensamentos, que ao final contemplaram a decisão de não vagar mais ante a solidez de um relacionamento duradouro, em família que me amava e merecia o meu amor sob todos aspectos, aquela a quem me uni por laços matrimoniais Ivanir Arão, hoje em outro plano! 
Sob o prisma do exercício profissional, experimentava os louros e desafios da liderança. A excelência do curso, somada a experiência de cinco anos como soldado em três corporações militares distintas deu o amálgama que caracterizou minha conduta no exercício do comando da tropa por quinze anos.
Neles a lei em seu espírito e meandros exercitada no limite máximo no sentido de que a prestação do serviço fosse a melhor possível. Adorei comandar, portanto foram anos de regozijo  profissional. Um trabalho, sem influência externa nenhuma, pois o Comando do Batalhão renovado, buscava a legalidade e os nove Aspirantes vieram em boa hora para assim proceder. Foi um período efusiante do exercício profissional. 
Já relatei sobre o tiroteio com morte; o parto em trânsito; aquele  poste da calçada da Cerro Corá, defronte o supermercado que ainda o vejo e me lembro do susto do balançar da viatura em sua direção. Tem a colisão da veraneio nas Perdizes com condutor que não ouviu a sirene na madrugada; os jovens postados para largada numa alça de uma rotatória na Sumaré, liberados após uns minutos de considerações sobre os riscos da prática;  os operários revoltosos por falta de alimentação num canteiro de obras no início da Bandeirantes, acomodados pacificamente após uma fala sobre uma tambor, por  quem já se houvera com fome também, um dia; curiosamente, uma segunda apresentação do Pastor Rekzamar, por superlotação na primeira, pasmem diletos leitores, do Pacaembu; a mãe que em pleno no dia de Natal era ferozmente ameaçada, por jovem na distante Perus, dominado pela guarnição, após luta em lamaçal da qual saímos elameados e aqueles dois adolescentes que acionados os pais, confirmaram a autorização para acamparem. Enfim, são tantas mais, estás só no meu turno de serviço, durante o aspirantado. Vida dinâmica e de desafios diários a do patrulheiro. Desafios recompensadores, pois os benefícios ao cidadão são sentidos de pronto por ele. Atendia plenamente meus anseios de servir ao próximo do qual jamais me afastei. Casado,  cursei Educação Física, fase que relatarei! 

Domingo dia do Senhor, um momento de reflexão de quem é  agradecido à providência divina pela profissão que exerceu e como exercida foi, na qual pode empregar sua  energia física e mental no limite de suas forças na defesa ao próximo, através de uma profissão digníssima de intensa interação com o extrato social em todas as suas matizes. À minha extinta esposa, companheira de todas as horas o reconhecimento de que nela encontrava sempre o apoio dos bons e fortes de espírito e alma! 
Que o Senhor seja louvado para sempre louvado seja! 

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Resenha semanal VI

Difícil acompanhar o noticiário brasileiro. O momento é crítico. Mas se faz necessário, pior é ser alienado!
 Bandidos constroem versões por ouvir dizer', diz Planalto 12/09/17
Está muito triste ver o noticiário em geral sobre as atitudes dos envolvidos em corrupção no Brasil, quer seja dos particulares ou dos políticos. Fora catastrofes, só se fala disso. Cansou, a impressão é que todos se perderam num mar de lama, ante a expectativa de que velassem pela honestidade. Todos, pois em ambos os polos são criminosos pela prática da corrupção ativa ou passiva. O país nos trilhos é todos querem ver!
Professor é agredido com tijolo e tem carro depredado por alunos em São Carlos 13/09/17
Faz é tempo que o princípio da autoridade fez água nas escolas do Brasil. O descalabro que vemos na política em que líderes nacionais estão sendo desmascarados pelo envolvimento com a corrupção, contaminou a sociedade num estado de coisa difícil de reverter.
 Sabia de custo por enfrentar modelo político corrupto, discursa Janot em despedida 15/9/17
O exercício da autoridade é um ônus personalíssimo. Em que pese o caráter objetivo dos atos praticados, a decisão sobre a oportunidade em matérias tão intrincadas como as denúncias ao Presidente cabe a avalição da oportunidade e outras vertentes. Janot sai mesmo como homém forte, neste tumultuado momento da política nacional.
 Discurso de Posse de Raquel Dodge 18/09/17
Marcante foi a votação da PEC que tirava os poderes investigativos sobre atos administrativos/políticos do Ministério Público, um cala boca propício aos corruptos. Já haviam tentado no início do mandato,2002/04 calar a imprensa, via órgão de classe, sob o controle do viés ideológico. A votação foi 400 contra para 9 a favor, da permanência deles, uma vez exigida a votação pelo povo nas ruas em 2013. Sucesso Procuradora Dodge. Os brasileiros, pedem e merecem honestidade e eficiência dos homens públicos.  
 Marco Aurélio prevê revisão de afastamento e recolhimento de Aécio pelo Senado. 20/09/17

Políticos de todo jaez, desde vereadores a senadores esperneiam nas garras da justiça. Este dia chegou! Que atravessemos esta etapa de tantas frustrações para os populares que assistem sem acreditar no que os noticiários divulgam quanto a nomes e mais nomes, inclusive de candidatos a cargos importantíssimos da República, sendo que a eleita presidente descansa em casa faz tempo. Quando será a vez do Renan?

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Entrevista do Comandante do Exército!

Fardado, o entrevistado deu show de civilidade e competência.

Permeou com propriedade os mais diversos temas da vida nacional e se ateve com especial atenção à causa amazônica, região onde serviu por vários anos.

Ocorreu na segunda-feira desta semana, no programa "Conversa com o Bial", inédita entrevista com o General Comandante Villas Boas, Comandante do Exército Brasileiro. Evidentemente não fui dormir, ainda bem! Consta de minha biografia que em 1949, em plena Segunda Guerra Mundial, meu genitor foi dispensado, após o alistamento militar e lamentava o fato, ao contrário de muitos.
O tempo passou, e em 1966 lá estava eu no Batalhão da Guarda Presidencial depois de muitas peripécias, a prestar continência ao General Humberto de Alencar Castelo Branco, Presidente da República. Em 8 de maio de 1970, nos Campos de Registro, interior de São Paulo, cumpriu a mim combater terroristas detratores da Pátria.
Fardado, o entrevistado deu show de civilidade e competência. Tratou com naturalidade o caso do Gen. Humberto Mourão ao dizer que a fala dele foi em âmbito restrito, ao responder questionamento sobre assunto específico à competência das Forças Armadas, que tem mesmo o poder de intervenção no caso do exaurimento de outros meios quanto ao resgate da ordem constitucional. Mourão é um bom Soldado, já conversamos e não haverá punição.
Permeou com propriedade os mais diversos temas da vida nacional e se ateve com especial atenção à causa amazônica, região onde serviu por vários anos, destacando sua importância para o mundo no aspecto ambiental e ao país pela sua riqueza incomensurável. Riqueza esta que é de tal magnitude que sofre influência internacional, devendo ser tratada com especial atenção a área quanto a soberania nacional pela indevida influência estrangeira na região.
Disse que na época de chumbo, como é chamado o auge do período da repressão militar, era muito jovem, suas funções por isso foram estritamente de caserna e operacionais sem nenhum vínculo com com a atividade antiterrorista.
Villas Boas deu tambêm belo exemplo de superação e humanidade, pois mesmo sob tratamento de doença degenerativa não abandonou o posto, falou da sua fé em Deus e com a participação de sua simpática filha, por ela foi citado os hábitos familiares e preferência musical dele pelo folclore de vários países e músicas raízes, inclusive a  sertaneja.
Dignificante a conduta exposta como constou às Forças Armadas do Brasil. Como bom soldado e simples ente comunitário que me esforço ser... o aplaudo General Vilas Boas. Parabéns!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

A ética e o gol do Jô!

Há na fisiologia toda descrição de uma queda no salto!

A ressalvar que três dos participantes, inclusive o apresentador do programa afirmaram que não dá para prever se ele teve plena consciência de pronto do toque.


Nos tempos em que apitei jogos internos entre equipes amadoras, pedia aos atletas que tolerassem erros, pois a decisão do árbitro é instantânea, portanto em parte reflexa, sendo que  na primeira aula sobre arbitragem de futebol, aprendi que para não ter sentimento de culpa, o árbitro deve ter a noção de que nem sempre apita o houve e sim o que viu. A justificar o equívoco, o refrão: “o árbitro é boçal e soberano, apita o que viu e não o que foi”.
Parece coisa de ditador, mas é o que ocorre na prática, pois não dá para voltar atrás. O tempo passou, as atitudes vão se  flexibilizando na busca do ideal. Hoje existe toda uma equipe, com mais dois árbitros na linha de fundo e o  coordenador da equipe também pode emitir opinião em lances complexos, sempre que for de encontro com a certeza de um equívoco na decisão, no campo de jogo.
O caso Jô, uma palhaçada o que estão falando dele, vejam só: ele teve dois gols anulados por impedimento, um nos últimos minutos contras o Curitiba que tirou dois pontos do Timão e outro contra o Flamengo, senão seria o artilheiro, mesmo sem contar este contra o Vasco. A discussão de ontem no “Bem Amigos” de doer a consciência, pois alguns analistas esqueceram da fisiologia do movimento e da anatomia. Se para consignar falta, a  regra considera mão toda extensão dos membros superiores, contrário senso para a análise do contesto não é assim que se faz. Os membros superiores estão divididos em: mão, antebraço e braço. Há na cinésiologia toda descrição de uma queda no salto quanto a se proteger de ferimentos, principalmente a cabeça e pescoço – a esta análise não se podem furtar os comentaristas.
A atitude do Jô na jogada foi de rara infelicidade porque a bola entraria. Ele lançou-se num salto e mesmo assim não tocou a cabeça; a posição de  seus braços são de proteção a queda e não voluntária para atingir a bola, tanto que  ele caiu e se enrolou todo com a rede. Se salta com os braços junto ao corpo pode quebrar o pescoço!
A ressalvar que três dos participantes, inclusive o apresentador do programa afirmaram que não dá para prever se ele teve plena consciência de pronto do toque. O Jô, todos os futebolistas sabem que se recupera de situações difíceis na vida e todos cronistas tem ciência  disso...milhões de pessoas passam por estes problemas. Muita hipocrisia do simpático jornalista Caio Ribeiro da TV Globo, ao se fazer de paladino da honestidade e crucificar Jô,  e ainda bater no peito dizendo que é seu amigo. Com um amigo destes ninguém precisa de inimigos!
Luiz Roberto, apresentador  salvou o final do programa quanto à análise do fato. De minha parte vejo que  na lógica do futebol a ética nas atitudes sempre caberá, porém há que ser relativizada pela cultura do momento e particularidades do esporte, onde a malícia sempre fez parte do contexto e sem escrúpulos. Aprofundar na análise de como se deu o lance, principlmente sob o aspecto da cinésiologia do movimento faltou para alguns debatedores do programa, o que também revela  deficiência no ato profissional praticado quanto aos participantes do programa!

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

A corrupção empana o viver sem inflação!

O efeito prático e psicológico devastador da alta inflação

Pois bem, a infração, cai mês após mês e a economia, principalmente o comércio dá sinal de recuperação.



Já escrevi sobre o efeito prático e psicológico devastador da alta inflação sobre o indivíduo, pois vivemos esta situação por mais de quinze anos, seguidamente nas décadas de 70/80. O despropósito era tal que havia a fila da vergonha nacional do “Overnight”, recebíamos o pagamento e corríamos para a fila da aplicação porque o dinheiro desvalorizava do dia para noite. Nesta época participei da divulgação do Lema Rotário : “integridade amor e paz”. Fomos em equipes na maioria das faculdades  da cidade, sendo que numa delas fui tomado pela emoção e fiz um desabafo: “estou despersonalizado pela insegurança provocada pela inflação, tenho reajuste anual sempre negociado para menos, num momento dou conta de saldar meus débitos fixos, daí a pouco não dou mais, tenho que sair com cheque ou cartão porque não sei quanto custa o lanche no próximo sábado. Indigno viver assim”;

Pois bem, a infração, cai mês após mês e a economia, principalmente o comércio dá sinal de recuperação, mas as notícias sobre os crimes praticados pelos políticos, em conluio com empresários tomam conta do noticiário empanando o brilho do noticiário econômico. Índices e mais índices são batidos, mas os congressistas em confusão, não conseguem fazer mais nada do que resolver os imbróglios provocados por eles mesmos. Até quando viveremos assim, sai um corrupto entra outro pior.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Viés ideológico possibilitou a corrupção.

O mais  perverso: “os fins justificam os meios mesmo que escusos”.

Em consequência a corrupção foi se tornando consensual.  Apropriar-se dos bens alheios para a manutenção ou conquista do poder, somente um estratagema comum a todos.

Encantados com a assunção ao poder, os militantes de outrora mantiveram entre si os laços dos ideais que os uniram em luta por vinte anos. Não só os laços, mas os estratagemas e dentre eles o mais  perverso: “os fins justificam os meios mesmo que escusos”.  Infindos são os conceitos que ao longo da história embasaram os líderes na conquista do poder, sendo que eles evoluíram, conforme surgiam  as armas, entretanto desde o princípio está presente, a corrupção, seja pelo dinheiro ou pela sedução do poder pelo poder, ela teve seu espaço de destaque.
Quantos são as películas em que a trama é embasada neste dilema humano a sorver a atenção dos espectadores. As novelas televisivas, a modernidade das décadas de cinquenta e sessenta, explicitavam o viés cultural, mesmo sob censura e depois desta  liberada então, foi  uma orgia de pensamentos com um só viés, que sórdida e sub-repticiamente serviram de venda para uma cegueira generalizada da sociedade  que propiciou este triste desfecho.
Uma das autoridades  de maior destaque no últimos dias, o Procurador Geral da República Janot disse ontem que entre a coragem e o medo em seus atos, sentia-se nutrido pelo último. Uma confusão própria de nossos tempos, pois entre a precaução e o medo há grande diferença e o medo não é para os fortes, a precaução sim deve embasar atitudes das altas autoridades de um país. Então se agiu por medo sua consciência pelo dever foi prejudicada.
Por este simples axioma, detectamos o despreparo que ronda as inteligências dos líderes desta nação. Não foram poucas as gafes da mandatária maior Dilma Rousseff  ao expressar pensamentos em análises de dificuldades momentâneas da nação brasileira, algumas delas em vexames internacionais.
Nesta esteira do despreparo maior, tivemos o carro chefe desta plêiade de líderes dos últimos trinta anos, Lula duas vezes Presidente que elegeu um “poste” para continuar liderando, o qual  encantou até mesmo o intelectual de expressão grandiosa, como ele também duas vezes Presidente da República, FHC! A questão crucial nem é tanto a incompetência, mas o viés ideológico, carimbado na luta anti-militar que propiciou licenciosidade recíproca no exercício do poder!
O resultado obtido pela Lava Jato, deveria  ter sido o do Mensalão. Seria fácil o  Impeachment de Lula ante tanta corrupção. Mas difícil a tomada da decisão porque ele era um filhote, pois líder do segundo partido mais forte do momento. O Mensalão é originário, hoje está às escancaras comprovado, no governo de Minas Gerais, (o Mensalinho) por integrante do PSDB.
Em consequência a corrupção foi se tornando consensual.  Apropriar-se dos bens alheios para a manutenção ou conquista do poder, somente um estratagema comum a todos. Assim, o crime teve o poder nas mão, mas os criminosos foram pegos no contra pé, pelo judiciário pela aprovação da Lei da Delação Premiada.

Em conclusão pela ação da justiça, toda farsa está sendo desfeita e o despreparo ético dos políticos severamente penalizado. Que a modernidade dos meios de comunicação, mostre que a política hodiernamente  pode ser  exercida pelo talento e dons individuais, com idealismo e desprendimento e não como meio de vida de  inescrupulosos grupos  através do dinheiro público.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Resenha semanal V

 Veja algumas manchetes semana por mim comentadas!
Lava Jato afeta avaliação, afirmam especialistas 27/08/17
Diz a matéria que políticos e alguns ministros do STF e citam Carmen Lúcia, Fachim e Gilmar Mendes. Não haveria de ser diferente que os políticos estejam mal avaliados pois o que apura nesta apuração deixa rubro o amis insensível dos cidadãos que dirá os de bem. Quanto aos ministros deles se espera celeridade e contundência quando fraquejam o povo repudia!
‘Acreditamos no Brasil’, diz Doria sobre encontro com Fernando Henrique 27/08/17.
Que surjam novos líderes! As conclusões  sobre a política brasileira levam a constatação do  “modus operandi consensual” do levar vantagem em tudo que puder, “vide máxima popular do jeitinho brasileiro”. As delações no Mensalão e  Lava Jato, inclusive a última da JBS; a infinidade de empresários e políticos presos, indicam que todos os empossados devem ser substituídos, pois foram pelo menos coniventes com o que aconteceu Brasil afora. Doria uma esperança realmente!
Cármen abre contracheque de todos os ministros e servidores do Supremo 28/08/17
 Precisamos de transparência na administração pública e não só ela, como o sentimento  de justiça quanto ao salário e vantagens recebidos.  Uma nação forte se faz a partir da soma das energias positivas de cada cidadão. O servidor público deve ter o desprendimento e a noção da razoabilidade que suas mordomias significam exploração originária no suor do trabalhador e muitos ainda recebem o salário mínimo. Não aos sanguessugas encastelados. Parabéns Ministra!
Falta de idade mínima para aposentadoria privilegia mais ricos, diz Leal 01/09/17.
Nestes últimos quinze anos, não se fez nada para reestruturar o estado brasileiro, conforme a evolução social, mormente quanto a restrições. Quem tem a pretensão doentia de se perpetuar no poder,  só pensa no popular que dá mais voto, elas foram descartadas. Há necessidade premente das mudanças. Se vivemos mais de vinte anos em média do que  em 1950. Evidente que a Reforma da Previdência é premente!
Justiça mantém preso homem que ejaculou em passageira em SP 03/09/2017
Quatro dias antes,  após 14 condutas repetitivas o juiz e promotor criminal entendeu que conduta deste mesmo criminoso, não se enqudrava no tipo penal estupro e simplesmente liberou-o. Em comentário anterior assinante críticou a decisão, com o que concordei e acresci que pelo menos avaliação psicológica deveria ter sido determinada para se evitar reincidência pela 15ª. vez. Já ocorreu, verdadeiro lava mãos que não deu certo. Reincidiu, consumada a desídia da autoridade judiciária.
Áudio mostra Miller atuando para a JBS antes de se exonerar, 05/09/17
Desde o início esta deleção pareceu mesmo uma arapuca bem armada pelo seus autores. Audazes beneficiários da simpatia do Planalto, via BNDS que encheu os cofres de Dilma e Lula no exterior. Espertalhão buscou benefícios no ato de  se defender de gravíssimos crimes. Que o feitiço vire mesmo contra o feiticeiro, com a prisão do falastrão  e criminoso empresário.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Sanha política, luta titânica!

Assim vai de conluio, em conluio sobram poucos, perecendo os ideais.

Aos políticos destes tempos, neste torrão tupiniquim não existe a coerência; a ética e o razoável. Eles dão constantemente prova disso.


A propósito, algumas máximas no início de carreira nos constrangiam, indignando-nos, ante o idealismo próprio aos ensinamentos acadêmicos e a motivação para as boas práticas do bem servir a comunidade. Vejam duas delas, mais críticas: “quem parte e reparte e não escolhe a melhor parte ou bobo ou não entende da arte”, comentada por um oficial que serviu em palácio, por volta dos anos setenta -  a preferida do governador!  Por questão de espaço, concluo com esta pérola, na boca dos políticos: “aos indiferentes a lei;  aos inimigos o rigor da lei”, aos amigos as benesses da lei. E assim vai de conluio, em conluio sobram poucos, perecendo os ideais.
Quanto a luta títanica, anuncia-se nos estertores do exercício do poder pelo Procurador Geral da República, mais uma denúncia contra o Presidente Temer, mesmo após a derrocada da primeira, por declarado ato político. Ela foi traumática para o país, pois travou várias iniciativas e afetou mais  a República, já a deriva, posto que foi detonada nos últimos anos e agravada a situação em 2015 pelo processo de Impeachment, tudo muito triste de  ver. A denúncia não alcançou o intento, pois foi rejeitada e não aconteceu o expurgo de Temer. Ele já havia superado o processo instaurado no TSE, quanto aos crimes na campanha eleitoral.
Aos políticos destes tempos, neste torrão tupiniquim não existe a coerência; a ética e o razoável. Eles dão constantemente prova disso, ao contrário dizem tudo “ o que lhes dá na telha”, na busca do objetivo da perpetuação partidária  e de si próprios no poder. Assim segue Dilma e seus asseclas  com as catilinárias de “Golpe de Estado”.
A conclusão entre eles é: se nos pegaram vamos pelo menos atingir quem estava conosco. Traição é que não vamos suportar, assim teremos - “o abraço dos afogados”. Neste caso trata-se de abraço entre os comandantes das embarcações, portanto padecem todos navegantes.  Que uma luz surja no fim do túnel a iluminar nossos líderes, pois as propostas dos congressistas sobre para a Reforma Política não os descredencia a continuar no exercício do poder: até a doação oculta para campanha, foi citada; 3.6 bilhões de reais para financiamento de campanha, a permanência dos 35 partidos. Eles estão alucinados, querem continuar e perpetrar as mordomias! A ordem é - voto distrital e participação comunitária propositiva para o líder de amnhã. Política não é profissão e sim o exercício dos dons em açoes pró-concidadãos! 
A tese de uma Nova Constituinte, após as regulares eleições de 2018, deveria prevalecer para que se disicuta tudo que aí está. Só assim, teremos chances de um ordenamento jurídico, sem o ranço dos pseudos revolucionários fanatizados que distorceram valores, resultando nesta corrupção, jamais vista e tantos outros males, como a violência que fa milhares de vítimas fatais, ano após ano. 
A propósito, algumas máximas no início de carreira nos constrangiam, indignando-nos, ante o idealismo próprio aos ensinamentos acadêmicos e a motivação para as boas práticas do bem servir a comunidade. Vejam duas delas, mais críticas: “quem parte e reparte e não escolhe a melhor parte ou bobo ou não entende da arte”, comentada por um oficial que serviu em palácio, por volta dos anos setenta -  a preferida do governador!  Por questão de espaço, concluo com esta pérola, na boca dos políticos: “aos indiferentes a lei;  aos inimigos o rigor da lei”, aos amigos as benesses da lei. E assim vai de conluio, em conluio sobram poucos, perecendo os ideais.
Quanto a luta títanica, anuncia-se nos estertores do exercício do poder pelo Procurador Geral da República, mais uma denúncia contra o Presidente Temer, mesmo após a derrocada da primeira, por declarado ato político. Ela foi traumática para o país, pois travou várias iniciativas e afetou mais  a República, já a deriva, posto que foi detonada nos últimos anos e agravada a situação em 2015 pelo processo de Impeachment, tudo muito triste de  ver. A denúncia não alcançou o intento, pois foi rejeitada e não aconteceu o expurgo de Temer. Ele já havia superado o processo instaurado no TSE, quanto aos crimes na campanha eleitoral.
Aos políticos destes tempos, neste torrão tupiniquim não cumpre a coerência; a ética e o razoável. Eles dão constantemente prova disso, ao contrário dizem tudo “ o que lhes dá na telha”, na busca do objetivo da perpetuação partidária  e de si próprios no poder. Assim segue Dilma e seus asseclas  com as catilinárias de “Golpe de Estado”.
A conclusão entre eles é: se nos pegaram vamos pelo menos atingir quem estava conosco. Traição é que não vamos suportar, assim teremos - “o abraço dos afogados”. Neste caso trata-se de abraço entre os comandantes das embarcações, portanto padecem todos navegantes.  Que uma luz surja no fim do túnel a iluminar nossos líderes, pois as propostas dos congressistas sobre para a Reforma Política não os descredencia a continuar no exercício do poder: até a doação oculta para campanha, foi citada; 3.6 bilhões de reais para financiamento de campanha, a permanência dos 35 partidos. Eles estão alucinados, querem continuar e perpetrar as mordomias! A ordem é - voto distrital e participação comunitária propositiva para o líder de amnhã. Política não é profissão e sim o exercício dos dons em ações pró-concidadãos! 

A tese de uma Nova Constituinte, após as regulares eleições de 2018, deveria prevalecer para que se discuta tudo que aí está. Só assim, teremos chances de um ordenamento jurídico, sem o ranço dos pseudos revolucionários fanatizados que distorceram valores, resultando nesta corrupção, jamais vista e tantos outros males, como a violência que faz milhares de vítimas fatais, ano após ano. Paz, ordem e progresso, este é destino deste maravilhoso país, este é destino deste maravilhoso país. Que se busque este objetivo, numa luta titânica de cartas limpas, sob o manto da ética, como soe acontecer em algumas nações civilizadas, contemporâneas. Revolvam-se os valores. A tese de momento! 

sábado, 26 de agosto de 2017

A mansidão da planície!

Tudo indicava que em 2014, tivéssemos a substituição dos mandatários

As pessoas atônitas e decepcionadas dão a entender que não tem a quem recorrer e muito menos aclamar. Este é o pior momento imaginado

Atravessamos um momento propício às travessuras dos políticos, o processo do Impeachment foi árduo para todos. Ele vem desde 2013, quando do nada as ruas ficaram repletas e os políticos todos rejeitados pela massa. Foram sete dias contínuos em que dia após dia mais pessoas foram para as ruas. Por onde as passeatas passavam manifestantes das janelas acenavam freneticamente, até que conseguir que não se aumentasse a passagem de ônibus. Este foi o mote inicial que deu asas a protestos por objetivos mais profundos. A decisão sobre o Mensalão era recente e o povo não gostou do que viu.
Tudo indicava que em 2014, tivéssemos a substituição dos mandatários, mas não houve e hoje sabemos porque – o pleito foi uma disputa entre aqueles que mediram a força do poder econômico. A candidata da  situação de posse da riqueza nacional jamais iria perder. Então o jogo de cena fez água, toda argumentação enganosa se desfez e os equívocos palacianos apareceram para desnudar uma crise que está difícil de ser superada.
A tese de golpe não prevaleceu e temos hoje, mais denúncias e são tantas que líderes sob suspeitas estão a nos governar, sem que haja reação das ruas. Acredito por sentir na pele a decepção dos comuns que sou. A liderança que aí esta transparece serem todos iguais aos destituídos e merecedores de igual afastamento.
As pessoas atônitas e decepcionadas dão a entender que não tem a quem recorrer e muito menos aclamar. Este é o pior momento imaginado, pois os mesmos estão pelos corredores dos palácios, articulando não mudanças significativas, pois estas extinguiriam seus privilégios econômicos no exercício do cargo, o que não lhes interessa, principalmente os meios espúrios pelos quais chegam ao poder, pois sem eles ficariam a ver navios.
A iniciativa mais coerente defendida por muitos é a de que aos políticos atuais é defeso, proibido mesmo promover a reforma política, posto que os princípios são constitucionais e somente o Poder Constituinte poderia revê-los. Sendo assim, a iniciativa não passa de um jogo de esperteza dos mandatários atuais.
Citam mesmo que até a votação  da admissibilidade da denúncia contra Michel Temer, ninguém se aventurou tocar no assunto. De lamentar que o povo não esteja de novo nas ruas para pautar o que fazer com esta República aos frangalhos. Profundas mudanças circulam em matérias pelas redes sociais, sobre as quais a população tem acesso. É fazer uma síntese das melhores e colocá-las aos políticos, porque eles farão o que for melhor para si mesmos, se não forem pressionados. O embate no Congresso acontece entre os interessados de sempre.
A pauta tem que vir das ruas! Exercício de cargos - sem reeleição, sem mordomias, sem dinheiro para campanha; sem partido de aluguel,  chupins de verbas públicas.
Que o momento de descanso das massas termine logo, pois somente sua energia nas ruas poderá dar o rumo que a política do país precisa. Chega dos mesmos. São trinta anos de incompetência e desídia!

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Resenha da semana IV

Manchetes sobre as quais me manifestei!



‘Defendo mudança para o parlamentarismo a partir de 2023  20/08/17
Reconheço,  as ações de José Serra, principalmente a frente do Ministério da Saúde.  Certo é que com Parlamentarismo ou Presidencialismo, a representatividade deve mudar – redução de salários e vantagens dos políticos, do número de Deputados e Senadores, da representatividade equitativa do voto entre Norte, Nordeste e Sul e Sudeste. Bem possível que antes dele nascer, já se falava destes temas. Precisamos mesmo é de uma nova Constituição para corrigir as sangrias provocadas pela Carta Cidadã e dar um basta a muita coisa nos porões da República destes últimos 30 anos. Trinta e cinco partidos, coisa de anarquistas!
Fundo público para campanhas políticas anima mercado de marketing – 21/8/97
Até parece que o único problema do Brasil é o dinheiro para campanha eleitoral. Reforma Política de afogadilho. Vergonha! Trinta e cinco partidos. Vergonha! Constituinte em 2019 para rever o Brasil! Destroçaram nosso país no últimos 30 anos!
Casa da Moeda gasta R$ 8 milhões anuais apenas com equipe médica 24/08/17
Pobre sociedade brasileira. Salpicados os textos pela semana nos convencemos cada vez mais das constatações d
as denunciadas, constantes nas mais diversas postagens. A cada canto que se espia, uma nojeira aparece. Podemos dizer que a administração pública do país precisa ser revista em seus conceitos. Inexiste o pensar no coletivo e sim no eu. É uma velhacaria à solta, através de vantagens e mais vantagens descabidas em todos o setores. Acorda Brasil!




quinta-feira, 24 de agosto de 2017

O país às cambalhotas!

Os políticos brasileiros têm dificuldade na lide do próprio ofício. 

Então diante de barafundas como estas, vai o Brasil às cambalhotas mal executadas pelos seus políticos.


No aprendizado da Ginástica Olímpica tive sérias dificuldades – eu já era iniciado na defesa pessoal no Judô, Jiu Jitsu e Karatê, para o que dei muitas cambalhotas. Apaixonado pela Educação Física, escolhi este curso, como complemento da formação policial militar. Aos leitores confesso que invariavelmente passei meus sábados apurando a forma física, para conseguir superar as dificuldades em ginástica. Enquanto colegas executavam o exercício demonstrado de pronto, outros se batiam e só depois de muitas tentativas conseguiam êxito, entre eles eu.
A propósito do tema, os políticos brasileiros têm dificuldade na lide do próprio ofício que escolheram em sua essência, pois falam de ética, mas não a praticam; falam de temas relevantes, mas não os implantam. Quantas asneiras seculares existem na política brasileira? Comuns do povo, as identificam eles não...
Tudo tão confuso como as últimas decisões do TSE sobre a chapa Dilma/Temer, em que comprovadas as ilegalidades, mesmo assim foram absolvidos, em evidente manipulação. Também, na votação da denúncia de Temer, a ilegalidade não foi suficiente para a determinação do julgamento pelo STF. O que deixou a sociedade estupefata, ante as provas apresentadas.
Então diante de barafundas como estas, vai o Brasil às cambalhotas mal executadas pelos seus políticos. Não bastasse isso, deparamos com a estapafúrdias lembranças, até a doação oculta foi cogitada. A propósito, estão tentando votar a proposta de concessão da verba pública de R$ 3,6 bilhões de reais para custear a política, mas não há consenso, ainda bem!
Em confusão e com a maioria envolvida com a corrupção, causam desprestígio internacional, e no país o desemprego, a-  a violência descontrolada, a convulsão política, com crises intermináveis em vários estados, Forças Armadas nas ruas do Rio de Janeiro, escolas fechadas, servidores públicos sem pagamento, outros sem reajuste, tudo altamente negativo.
Houve um sentimento de posse e de domínio absoluto das coisas públicas pelos políticos dos últimos tempos no país, de sorte que a libertação dos militares, apesar do desenlace pacífico sob o manto da lei de anistia, sentiram-se vitoriosos e nesta condição podiam tudo. Uma pena, deixaram o país em petição de miséria. Boa parte deles presos, é a prova de seus desideratos.

Novos rumos são anunciados, a população descrente espera por reformas urgentes que ponha a nação nos trilhos, urgentemente!

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Visão obinubilada e paranóica!

Reeditado por atual! De 23/08/2017

Liderar pessoas reveste-se de condição próxima ao sagrado!

Haverá de  incorporar uma devoção pelo bom cumprimento das missões em relação a família, aos colegas de turma e ao trabalho,as quais serão exercidas no limite de suas capacidades.

Aprendi  o conceito de paranoia e me livrei dela, uma vez que liderar pessoas reveste-se de condição próxima ao sagrado. Nascemos indefesos, dependentes e se não fossem os pais pereceríamos. Então crescemos e em face dos dotes que somos constituídos seguimos pela vida até a transcendência final, ao espirarmos. 
Na vida exercemos funções, atividades diversas, sendo a liderança sobre o nosso próximo, condição a ser exercida como uma benção e assim ser desenvolvida com divinal respeito ao cargo investido e mais ainda àqueles sobre os quais temos ascendência na condução dos misteres do ofício ou mesmo que informal.
Evidente que todo o entorno do ambiente influência quando na maturidade, tais como alimentação, carinho, cultura familiar e regional que somados aos da árvore genealógica resultam no corpo e mente, fatores estes a serem considerados por toda existência. Observe-se que desde cedo, infância e pré-adolescência muitos indivíduos são capazes de mostrar suas potencialidades e se elas existirem de verdade,  é só se conduzirem bem.
Neste contexto, surge a possibilidade da ascendência sobre outro humano e para aquele que acredita na influência além dos sentidos, haverá de  incorporar uma devoção pelo bom cumprimento das missões em relação a família, aos colegas de turma e ao trabalho, as quais serão exercidas no limite de suas capacidades, agradecendo sempre os dons a ele atribuídos.
A paranoia um óbice a tudo isso. Constatei na obra de Joaquim M de Macedo – A Luneta Mágica, que  sobre o mesmo ambiente e pessoas ela mostra interpretação diversa, conforme a  o condicionamento do olhar  e pensar fixos, distinguindo diversamente as mesmas pessoas, atribuindo-lhes ora  o bem, ora o mal.
Em  momento recente da vida nacional não fugimos disso. Passamos por  total paranoia de muitos que se colocando como salvadores da pátria, tudo podiam e nada deviam. Esta atitude contaminou a muitos de norte ao sul do país e hoje sofremos as consequências horríveis de ver cidadãos, homens comuns como todos nós ensandecidos assassinando outros, na mesma condição de presidiário. 
Pior que isso, empresários de sucesso, homens de negócios, líderes políticos atrás do xadrez. Por onde passou, enquanto praticavam tais ações o senso comum da honradez. Ele foi obscurecido pela sanha do sucesso, da riqueza fácil e do poder a qualquer custo.  

Que deixemos para traz esta sanha desprezível por paranoica, a qual fez lugar comum a ilegalidade, conduta  que tantos males proporcionou a nação brasileira. Revolver valores é preciso. Muitos são reconhecidos como universais, principalmente a honestidade de propósitos nas ações públicas, onde a legalidade é o norte principal. Fora disso inexiste democracia. Exemplos de outros povos não nos no faltam. Avante Brasil com o culto de valores outros, pois  os fins só justificam os meios se lícitos,  razoáveis e atendam ao bem comum!

domingo, 20 de agosto de 2017

Tempos acadêmicos - Curso de Formação!

Tudo  era ministrado com dedicação e esmero pelo corpo docente. 

Abro um parêntese para contrapor a visão paranoica de muitos que ao impingir a pecha de truculentos e arbitrários aos militares, cometem um equívoco danoso a sociedade.

O Curso de Formação de Oficiais, durava  à época três anos. Ele abrangia noções de direito ministradas por excelentes professores que exerciam cargos de juízes, desembargadores, oficiais com vasta experiência e devotados ao mister de ensinar. Com extensa carga horária, especialmente de direito. Enumero o rol de matérias para que o leitor possa avaliar a formação daquela época e ver o quanto o curso oferecia ao futuro oficial, pois desde os aspectos militares aos sociológicos, tudo  era ministrado com dedicação e esmero pelo corpo docente, a jovens ávidos por uma plena formação.
Segue o rol de matérias que tenho compilado da mesma forma que no Curso Preparatório – Introdução a Ciência do Direito; Direito Penal; Direito Constitucional; Direito Penal Militar, Direito Civil; Estudo dos Problemas Brasileiros; Comunicação Social; Teoria Geral do Estado; Sociologia; Psicologia Aplicada; Relações Públicas; Noções Preliminares de Educação; Liderança e Chefia; Criminalística; Preparação Policial Básica;  Economia Política; Organização e Emprego da Corporação; Comunicações; Controle de Distúrbios Civis; Administração Financeira e Orçamentária ; Administração de Pessoal; Equitação, Armamento e Tiro, Controle de Distúrbios Civis, Educação Física. Estas 25 disciplinas distribuídas em três anos, sendo  que pela redução do curso, ele foi concluído em 26 de julho de 1975, portanto com dois anos e meio. A carga horária e mais os serviços diários preenchiam o tempos dos cadetes de forma integral das 06:00 às 18:00 horas....
A interação do corpo docente era tal que ao final das aulas, vários mestres reservavam de cinco a dez minutos para observações de cunho orientador, ora da vida como um todo, ora sobre experiências extraordinárias profissionais de forma que mesmo nos meus 26/27/28 anos, destes cinco, como soldado em três corporações distintas, assimilei uma diversidade de ensinamentos importantíssimos.
Chegado o dia da formatura muita alegria pelo objetivo conquistado de ser Oficial da Polícia Militar de São Paulo. Nos dias seguintes todos foram para os batalhões de policiamento urbano. Fui classificado no 4º. BPM/M, Rua Spartaco 366, Lapa, com mais oito Aspirantes. Depois de um mês deixamos de ser coroinhas para assumir sozinhos a sagrada função de comandante de fração de tropa, equipes por turnos com várias viaturas. Registro que  no primeiro mês, numa sexta-feira apoei uma  ocorrência, ao socorrer um dos marginais que em troca de tiro em área limítrofe a minha,  fora atingido e soube que foi a óbito. Na  próxima sexta participei de um parto. A parturiente procurou a 3ª. Companhia na Vila Mangalot. Por opção minha, nos encaminhamos ao Pronto Socorro da Lapa, sendo que o bebê, uma menina nasceu no meu colo com a ajuda do Cabo “Morcego”, experiente, não teve dúvida, massageou o abdômen da gestate. O umbigo foi amarrado com o cadarço de sua bota, bem longe do corpo, conforme ensinamento em aula sobre parto. Certo ou errado foi assim ensinado, meios de fortuna, disse o mestre! Fomos elogiados por quem nos recebeu.
Consto no final neste escrito biográfico  como testemunho  um cadinho da  vida diária do policial militar. A cada dia um fato novo. A cada serviço uma oração e a confiança de que tudo daria certo por mais excepcional que fosse a ocorrência. Foram trinta e dois anos e seis meses  de desafios constantes.
Abro um parêntese para contrapor a visão paranoica de muitos que ao impingir a pecha de truculentos e arbitrários aos militares, cometem um equívoco danoso a sociedade. Comandei fração de tropa por quinze anos, aqui o meu testemunho de que sob minha responsabilidade não houve uma só morte, seja: de civil ou policial militar, nem mesmo o suicídio os atingiu. Concluo sem receio de errar que no curso a ênfase máxima foi ação sob o manto da  legalidade, do humanismo, do compromisso social, inclusive sob o educativo preventivo, nas mais diversas áreas de atuação da Polícia Militar. Doar energias no limite da exaustão ao bem estar do próximo uma missão gratificante para isso e com este estigma fomos formados. Agradeço a Deus pela oportunidade de servir às comunidades por onde passei: Brasília, São Paulo, São José do Rio Preto, José Bonifácio, Catanduva e mais de trinta municípios menores vinculados aos Pelotões e Grupamentos Destacados. Foi recompensador o exercício da atividade protetora das comunidades. Jamais me furtei a sair de casa, a qualquer hora da noite para assistir comandado em ocorrência grave. Assim encerro esta parte de minha biografia, cujo êxito de vida, deu-se numa sucessão de fatos extraordinários que às vezes nem eu mesmo acreditava. Vários companheiros da turma, tem histórias semelhantes, onde a superação foi a tônica de cada uma de nossas vidas.
Às vezes, reunidos concluímos que na vida muitas coisas acontecem para quem acredita! No que?  De minha parte, em tudo que inspire o amor, pois ele resume todas as  virtudes . Esforçando-se na prática delas, não haverá espaço para o fracasso! Trinta e dois anos anos com muita esperança, muita fé, muita energia.  Sempre agradecido à Deus o dia vivido, pedindo graças que o próximo fosse melhor em todos os sentidos!

Domingo dia do Senhor que ele seja louvado para sempre louvado seja. Um bom dia e boa semana a todos!

sábado, 19 de agosto de 2017

Doação oculta, proposta indecente!

Está reforma política é um arremedo de mudança

De afogadilho os parasitas se arvoram em acertar  a própria vida. Inovar e renovar é pensamento para ilusionistas. Quero mais é me dar bem.


O Brasil mais parece um gigante sem prumo. Aprendi bem cedo pela observação dos pedreiros na construção do Colégio dos Padres de Brodósqui, onde aos quatorze anos fui servente e depois em pequenas contruções, sobre o emprego do nível, do prumo e da coluna d'água na mangueirinha. Compadre cadê isso, cadê aquilo, vamos usar a mangueira e assim cuidavam dos detalhes para que não houvesse erro.
Os políticos brasileiros estão mais é para cuidar de um rescaldo de incêndio, ou desastre maior que põe a pique
 o país.
Está reforma política é um arremedo de mudança sobre a qual ninguém falava. Foi só afastar a renúncia que ela apareceu. De afogadilho os parasitas se arvoram em acertar  a própria vida. Inovar e renovar é pensamento para ilusionistas. Quero mais é me dar bem.
Inacreditável depois de tudo que foi detectado de corrupção no Mensalão e na Lava Jato que alguém venha suscitar a criação de doação oculta. Ora, se proibido o caixa dois, temos tantos réus presos por doações ilícitas. Esta proposta sinaliza como um deboche da população brasileira. Senhores políticos tomem um chazinho de bom senso.
Nada da altas somas de financiamento de campanha, menos partidos, menos mandatos para oxigenar o meio com idealismo e clarividência sob a ótica republicana. Precisamos de homéns honestos e inteligentes. O Brasil merece! Atos ocultos são próprios de gangues criminas bem por isso estão sendo presos. Proposta
 indecente e constrangedora. Senhores! Façam como os obreiros, usem suas ferramentas cidadãs, vamos por o brasíl no prumo, rumo e vível, antes que a casa caia, pois para muitos já caiu. Que sirva de exemplo. Transparência sim, banditismo não!

Resenha da semana III

Assuntos em destaque!
Gestão Doria corta salários de artistas do Teatro Municipal 5/08/2017
Tempo de crise, sacrifício de todos. A valorização da arte enobrece um povo. Quando todos se põe a colaborar a solução do problema fica mais fácil. Teatro Municipal, patrimônio cultural do paulistano e  paulistas. Imponente marco da Paulicéia a nos encantar!
Michel Temer elogia Dória, chamano-o de companheiro! 7/8/17
Novos políticos uma esperança, ante tanta corrupção de boa parte dos atuais!
 Governo quer acabar com auxílio-reclusão para presos – 10/07/17
Ora a prisão é uma desonra à vida honesta que todo indivíduo, mesmo porque não se deve ser um ônus ao nosso semelhante. Pessoas existem que adoram o ócio, assim ser criminoso se tornou meio de viração aos preguiçosos que ficam comendo às custas da sociedade e não só ele, toda a sua prole. Acorda Alice. Já ouvi da boca de políticos. Esta Constituição foi editada com o pensamento voltado a nossa condição de ex-presidiários.
Governo prevê economia de R$ 17 bilhões com fim de fraudes em auxílio-doença

A começar pelo exemplo dos políticos, levar vantagem, principalmente nas coisas geridas pelo governo é sinal de esperteza da qual o brasileiro se envaidece. Dá a impressão que o Estado é uma fonte de recursos inesgotáveis de onde é legítimo usufruir, sem nenhum escrúpulo. Pobre Brasil!

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Se as pétalas não caíssem?

Uma reverência aos pais que igualmente as pétalas se vão num renovar constante da vida!

Feliz dia dos pais àqueles qua se habituaram me fazer companhia nestas singelas reflexões vivências!



Em viagem a São Paulo para visita aos filhos, saúdo todos os pais, a começar "in memórian" ao meu que se foi há 29 anos...  As emoções vividas em tenra idade sempre foram mais fortes do que tudo que aprendi. Irreverente e de ágil pensar, destemido, criativo, polivalente - barbeiro, pedreiro, eletricista, carpinteiro, cozinheiro, motorista, comerciante, agricultor. Com sentimento comunitário, esportista - tocava sanfona que aprendeu depois dos  trinta, violão, cavaquinho e pandeiro, na infância. Na viuvez animou bailes nos vilarejos. Brincalhão a moda cabocla se enturmava muito fácil . Na Folia de Reis era quem afinava os intrumentos. Na velhice ao sair da barbearia, vez ou outra alguém lhe trazia um violão, quando de passagem por bares; e ali tocava, animando  a turma. Na longa internação nas clínicas não falava da doença se eu não lhe perguntasse. Gostava da verdade e desestimulou briga entre irmãos. Este a fonte de inspiração, de onde exssurgiu a coragem e ânimo de fazer o que fiz como fiz e o que ainda poderei fazer. 
Agradeço aos grandes mestres, aos escritores...aos líderes profissionais expoentes, cujos exemplos deram asas às energias em mim contidas, possibilitando aflorar a alegria de viver que aprendi na infância de forma contagiosa, com meus pais. Neste dia deles, ao lado de meus queridos filhos e netas,  com saudosa lembrança da esposa e agradecido a companheira pelos momentos vividos, consigno publicamente este pleito ao meu pai. Aos irmãos meu carinho e abraço! Aos irmãos de fé e companheiros no sevir obrigado por juntos darmos sentidos às nossas vidas. Sou feliz pela vida,vivida! 


Se as pétalas não caíssem!

Imaginação que perpassa o tempo
Distância que não barra o vento
Esvoaçam as pétalas multicoloridas
Arco-ires delas, rosas e margaridas!

Amores que ficaram, calientes
Terra querida de muitas flores
Hoje apenas em nossas mentes
À volta da abadia quantos amores!

Viajantes emocionados a visitar
Fulgurante paisagem em renovação
Pétalas pelo ar  imitam o valsear
Espetáculo da natureza, emoção!

Inegável sensibilidade a provocar
As pétalas do roseiral ao chão
Não renovaria o canteiro ao luar
Sim aos devaneios, sonhos, ilusão!

Flores, música, alegria! O trabalho mais uma referência, sem ele nada se faz. Vida que segue!  Domingo dia do Senhor que ele seja louvado para sempre louvado seja!
Feliz dia dos pais àqueles que se habituaram me fazer companhia nestas despretenciosas reflexões vivências!


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Cadê o povo nas ruas?

Que por sete dias pôs o Brasil nas ruas.

Cadê a OAB, a CNBB, a Maçonaria, as instâncias informais da sociedade? A Reforma Política é mais importante das mudanças. O anunciado até agora não reforma nada.

Deveríamos todos estarmos perplexos, ao contrário nota-se uma indiferença a tudo que está acontecendo. Esta atitude é extremamente danosa ao evoluir dos acontecimentos desde o Mensalão. Ela depõe contra o espírito dos meninos do Passe Zero...que por sete dias pôs o Brasil nas ruas, sem políticos e tomou simbolicamente o Congresso Nacional ao alcançar suas abóbodas sem nenhum dano. Agiram bem as autoridades públicas que em nenhum instante foram violentas na contenção dos excessos do Black apesar da agressividade deles. Este evento foi significativo, reputo-o o mais importante desde o Palanque das Diretas Já, ou mais significativo uma vez  que expontâneo.
Neste não houve shows de artistas renomados e a luta contra os militares que vinha de vinte anos.
Então brasileiros já descansamos...a Dilma já caiu...o Michel Temer felizmente não, mas o Fernando Henrique está aí com cara de paspalho a defender, novamente Diretas Já. A mesma cara com que defende a liberação das drogas mas não diz o que fazer com a Cracolândia, com a violência nos presídios; as balas perdidas no Rio de Janeiro e em consequência os mais de cem mil mortos por homícidos e crimes de trânsito.
Não sei de onde sairá a força, mas urge que voltemos às ruas com o mesmo ímpeto de 2013. Deixemos os políticos onde estão e escrevamos a síntese da reforma política pelo povo.
Tudo mudou fantasticamente nos últimos dez anos porque vamos aceitar atos de políticos comprovadamente corruptos em benefício de si próprio?
Cadê a OAB, a CNBB, a Maçonaria, as instâncias informais da sociedade? A Reforma Política é mais importante das mudanças. O anunciado até agora não reforma nada...Ela deve ser votada, juntamente com o fim dos privilégios aos políticos, fim da  reeleição, diminuição de partidos.
Este é um tema que por si só deveria provocar atitudes mais frenéticas e independentes do que as msnifestações de 2013.
Com o estabelecimento de pauta, sem a participação de nenhum político diretamente.
A sociedade brasileira dá mostra de que está preparada para isso!
Aprovar em dois meses uma reforma tão importante é um escracho...
Que se aprove o que for, mas com um dispositivo de que imediatamente após a posse será instalada um Assembléia Nacional Constituinte com propósitos de estabelecer um novo regramento visto que os da Carta Cidadã exauriram.
Por um Brasil renovado em seu ordenamento constitucional e concepções filosóficas, face às distorções dos últimos treze anos.