Na Trincheira do Poeta

Na Trincheira do Poeta

sexta-feira, 9 de maio de 2014

POLÍCIA ÚNICA/CICLO COMPLETO DE POLÍCIA, JÁ.


INTERAGINDO PELO FACE



OPINIÃO SOBRE A UNIFICAÇÃO DA POLÍCIA



Comandante tenho muito respeito pelo Senhor e por todos que assumiram está difícil tarefa, Cmt G, entretanto a polícia tem que ser única. Que seja Militar, como pediram há mais de 20 anos (1988). É muito desperdício de tudo, energia, dinheiro.... Os bandidos deitam e rolam, hoje. A Justiça penal deve mudar junto. Rodoviário, Ambiental, ostensivo, velado, tudo sob o mesmo comando. Força Pública, regime militar e  única, forte e unida. Justiça junto do povo. Meios tem, dinheiro tem, preparo tem. Falta coordenação. Acabar com o inquérito esta idiotice que só atravanca tudo,  sinônimo de impunidade, privilégio de brasileiro...

EMOÇÃO POR UM TOSTÃO



 Temos uma aldeia global prevista há 50 anos, onde o canto dos pássaros,  o esplendor do alvorecer e do por do sol não tem espaço.

A banalização da emoção e das atitudes.

Não é esse o preço na copa. Você já garantiu seu ingresso, nos inscrevemos para alguns jogos, mais nada deles em nossas mãos.

 Então porque o título?

Ocorre que na época dos mil réis, também havia o Tostão que por falar em copa, lembra aquele jogador de pequena estatura,  mas bom de bola e de postura. Ele se formou médico, escreve artigos na grande imprensa. Um atleta diferenciado intelectualmente para sua época que sempre fugiu às badalações. Também, o que era melhor, não tinha marqueteiro.
A reflexão de hoje é sobre o tema, recorrente da banalização das condutas, via marketing artístico, político, político institucional (este com o nosso dinheiro). 
Desocupados, custeados pelo programa bolsa família, salário presídio e diária sindicato estão nas ruas a todo momento, é meio de “viração”. Uma palavra utilizada para identificar conduta de quem ganha o seu sustento na informalidade, agora até sem trabalhar mesmo, via protestos.
O tostão moeda, pelo carinho que dele se ouvia falar, era volorizado. Ele  estava nas  mãos dos pobres que trabalhavam para tê-lo. 
A emoção das pessoas hoje virou moeda de manipulação dos meios de comunicação. Do nada nos trazem os mais diversos casos que em cadeia alimentam o circo internacional. É o problema da grade diária para alimentar milhões de telepectarores, mundo afora.
Temos uma aldeia global prevista há 50 anos, onde o canto dos passáros,  o esplendor do alvorecer e do por do sol não tem espaço. Todos evidenciam: o sangue; o jogo da esperteza e da intriga. Ônibus quebrados, mais de 300; interdições, abusos quanto ao direito de ir e vir, ao patrimônio, à incolumidade pública.
O último caso da banana é sintomático, vamos ver aonde vai chegar. Estão brincando com fogo e podem se queimar. O mundo não é feito somente de atletas e artistas. Hoje parece que sim. Tudo  que fazem infla a lona do grande circo à suas mãos, ou ao seus pés...

quinta-feira, 8 de maio de 2014

FILAS DENUNCIADORAS


Existe uma corrente perversa de cobrança de impostos.

Denúncias, provas, rol de culpados, tudo para o impeachment, e ele não veio. Novo escândalo (dos aloprados) e uma plateia encantada, somada à claque internacional, e tivemos oito anos de devassidão.

Artigo publicado na data de hoje em "O Diário da Região Catanduva"

Entre 1989 e 1991, tivemos a fila da vergonha nacional quando sacávamos os vencimentos e os depositávamos no overnight: juros da noite para o dia. Eram filas enormes porque todos queriam proteger o valor dos salários da inflação - até 200% ao ano.
Felizmente, em 1994, tivemos a edição do Plano Real. Ocorreu que os governantes, seus autores, não souberam preservar a liderança, e ante a possibilidade do continuísmo, nos presentearam com a reeleição.
Resolvido um problema crônico de mais de um quarto de século, o mundo em paz com a derrubada do muro de Berlim, último bastião do comunismo. Eis que o ressuscitamos com o ícone mor do socialismo mundial, o metalúrgico, iletrado e político de plantão às portas do Planalto, querendo entrar; e entrou mesmo.
Destemido e perseverante, tinha a sua volta uma claque a fazer coro com a internacional e até mesmo pelos derrotados; sua vitória foi comemorada como sinal concreto da plenitude da democracia no Brasil.
Ao seu redor fanáticos terroristas maquinavam a perpetuação no poder e desenvolveram o esquema do mensalão. Nele os parâmetros da improbidade administrativa e boa-fé que há de existir na administração pública inexistiram. Foram expurgados de forma vil.
Denúncias, provas, rol de culpados, tudo para o impeachment, e ele não veio. Novo escândalo (dos aloprados) e uma plateia encantada, somada à claque internacional, e tivemos oito anos de devassidão.
Há algum tempo fui surpreendido com a liberação das viagens do metrô gratuitamente ao idoso, sem comprovação da hipossuficiência e recentemente com as dos ônibus intermunicipais, também.
Não bastasse iludir os incautos do Bolsa Família, agora abrangem a todos, com liberalidades que nos custam caro. Há quanto tempo reivindicamos um maior fracionamento das faixas do Imposto de Renda? Imploramos menores taxas de pedágios e menores impostos sobre produtos e impostos municipais, também...
Existe na verdade uma corrente perversa de cobrança cada vez maior de impostos. Em São Paulo assistimos à manipulação da Câmara Municipal para, na calada da noite, aumentar o IPTU em até 20%. Em Catanduva, mais assessor e aumento da taxa do lixo.
Quando vejo várias pessoas, cuja apresentação denota posse mediana, aguardando na fila da estação do metrô Sé, a liberação da catraca gratuita, sinto-me constrangido por ser manipulado por um governo interessado em ganhar a todos por simpáticas concessões.
Há muita pobreza no Brasil. As pessoas que têm salários razoáveis não precisam de facilidades que advêm de uma carga tributária descomunal que atinge inclusive os mais pobres.
Fico com a imagem do adulto, querendo treinar a criança no jogo da esperteza: troca a bala de mãos até que ela se canse e então atende seu desejo.
Com os políticos que aí estão, você jamais receberá a bala. Querem nos comprar sem nenhum escrúpulo. É só “venha a nós”. E os incautos em mais uma fila da vergonha nacional...
 Seu voto por umas bananas que estão na moda, mas é daquelas que se dá com os braços: “toma aí seus idiotas, quem mandou votar em mim?”.
E dá-lhe aumentos. O ano de 2015 promete! Muda Brasil!!!

José Carlos Xavier
Coronel PM, Advogado, Professor

quarta-feira, 7 de maio de 2014

CONTRASTES NO GUARUJÁ

 A palavra está com você e  a pergunta também.


Casos de linchamento é melhor deixar as aguas correrem face  a  tanta brutalidade que expõe o humano a sua bestialidade. Pergunta-se: não há espaço para o amor no coração dessas pessoas? 


Contrastes no Guarujá


De 12 a 18 de março passamos no Guarujá, mais uma vez, nas Astúrias. A destino, minha esposa chamou a atenção para vários barracos, instalados ao longo do Rodoanel. Eles eram  pequeníssimos  e sem nenhuma estrutura de apoio à volta, num descampado mesmo. Inimaginável como alguém pode viver ali. Eu que já me constrangia com os moradores de Perus às 4h da madrugada à espera de  ônibus para o trabalho nos idos de 1976, ver esta cena quase 40 anos depois, desolador.
O glamour em já se viu envolto o Guarujá, nos preparou para o “tudo maravilha”, no entanto, alguns locais que já visitei, tem atendimento de praia bem melhor. Constrange também, ver os barraqueiros levantarem  acampamento todo "santo dia". Ficamos sempre nos perguntando quando lá estamos. Será que não tem solução melhor?
O linchamento ocorrido, expôs a gravidade que permeia a nossa sociedade como um todo, sendo que a retirada dia após dia dos utensílios das barracas, não condiz com a modernidade. É só dar uma expiada na orla de João Pessoa e ver a diferença das instalações para  o atendimento e comodidade  de quem trabalha.

De longe, nos parece que falta inspiração às partes envolvidas, outra opção; é a precariedade social mesmo, o que é pior ainda em face da riqueza ostentada. Talvez o linchamento seja sintoma  destas contradições. Muito sofrimento para viver, enquanto outros...

INDÍOS MANIPULADOS

Aos índios  a ilusão, via manipulação!

Pior é saber  pela grande imprensa que setenta índios do Mato Grosso  na semana passada, viajaram oitocentos quilômetros para  invadir Belo Monte!

Artigo do autor publicado no " O Regonal" de Catanduvaa em 02/06/2013

                                 ÍNDIOS NO PARLAMENTO

Assisti  e li estarrecido dias atrás, o noticiário da invasão indígena na Câmara Federal.  Bem trajados a moda e feitio da cultura própria, aprontaram o maior “furdúncio “ naquela casa de leis.
Vale lembrar que não faz muito  tempo o MST  a depredou, sem maiores conseqüências, apesar do mandatário maior ter usado o boné com a marca do movimento ou por isso mesmo se acharam no direito: talvez, quem sabe?
Desta feita os índios partiram para a agressão,  a ponto de interromper a sessão sob ameaça física, inverteram a história: Cabral descobriu e de certa forma invadiu a terra silvícola; agora, desrespeitaram a cultura congressual pondo abaixo protocolos e mesmo as imunidades pessoais  e ritos da casa.
“Ab absurdo” a elite brasileira assiste passiva,   a inércia proposital dos encastelados quanto a  reforma tributária; política, a estrutura da segurança e justiça, além e mais grave ainda, privilégios descabidos.
Contata-se vez ou outra, sobre  o direito penal por exemplo, constituintes confessarem que  estavam sob a emoção da condição de ex-presidiários quando escreveram a carta magna.
Então a horda de viciados só aumentou, dos transviados como conhecidos pela minha geração também, enfim a moda é estar entre eles, “medianos e ponderados” não são bem vistos por anarquistas.
É gravíssima a situação que vivemos, disfarçada pela explosão  de alegria  em eventos que a dissimula: a copa foi para a África; Katar parece que olimpíadas e copas, principalmente esta é como tufão: “passa faz o que faz e desaparece”. Restará a nós o que fazer com os drogados; o que fazer com os presos e alienados; o que fazer com a liberalidade desenfreada  ao menor impune que  mata e faz sofrer.

                                      O que fazer com os índios no parlamento???

Pior é saber  pela grande imprensa que setenta índios do Mato Grosso  na semana passada, viajaram oitocentos quilômetros para  invadir Belo Monte, armados enfrentaram os empregados de serviço no local. Belo Monte é  uma usina no Pará, eles foram financiados por ONGs para suspender a construção e são dezesseis as paralisações por este método.
Há mais de dez anos, repetidas promessas são feitas em direção a diminuição do absurdo preço dos pedágios nas estradas paulistas, eleição vem, eleição vai, muitas estradas, muitas obras; porém diminuição do preço do pedágio nada. Como visto,  setenta índios conseguem mais do que milhões de paulistas indignados com o preço do pedágio: contrastante não?.
Ainda bem que a justiça parece estar disposta a cortar na própria carne, ressalto a entrevista de Eliana Calmon, Veja,  12/09/2012; ressalto o julgamento do mensalão e algumas graves denúncias de importantes autoridades judiciárias.
Lamento e fico triste pelos índios; dizimados, basta folhear a obra Veias Abertas da América Latina de  Eduardo Galeano.  Hoje, eles  são massa de manobra, uma vez que saber se é mais importante a demarcação das terras pelo parlamento ou executivo,  poucos de nós sabemos  quanto mais eles; mais difícil ainda é avaliar a oportunidade e conveniência da instalação de  uma usina.
É a enganação: são milhões em marketing institucional, dinheiro de professores, policiais, médicos gastos desnecessariamente para garantir o sucesso dos governantes no próximo pleito. Seus nomes; obras e glórias a soar aos nossos ouvidos como eficientes e milagreiros gestores. Aos índios  a ilusão, via manipulação!


terça-feira, 6 de maio de 2014

FALSOS LÍDERES

A OPORTUNIDADE DA MUDANÇA

Pensadores e cientistas, muitas das vezes: passam vidas inteiras dedicadas a humanidade no anonimato.


Os dons são para serem exercitados. Segundo  conceitos, pensamentos e registros históricos, tivemos por milênios a predominância dos teólogos que se revezaram  com os militares no poder, até o advento do iluminismo quando pensadores emprestaram conhecimentos aos mandatários, aí concluíram que a vida burguesa (aquele que não precisa trabalhar) era  um explorador  e então o estado sofreu uma revolução em seus conceitos e entre: comunistas, anarquistas, fundamentalistas, ditadores e democráticos, vem oscilando o pêndulo organizacional das sociedades, há trezentos  anos.
Uma síntese assim,  muita pretensão explicar o complexo existir da pessoa e da sociedade, porém aqui vivemos também do exercitar dos dons. Expõe Luc Ferri, sociólogo Francês em (A Revolução pelo Amor) que o exercício dos dons nas áreas artística e esportiva faz os burgueses de hoje, pois de forma fulminante enriquecem e ganham fama, a influenciar o modo de viver pela claque mundial em torno deles.
Há controvérsia, pois alguns malham muito pelo sucesso que tem, porém foi ele quem disse e na verdade a idolatria de falsos líderes é um dos problemas do mundo que vivemos.
Sempre é hora de refletir e intuir. Se você não concorda com os usos e costumes de hoje, há um meio simples de mudar. O momento em que você for às urnas. Participe, interaja, forme você mesmo sua convicção. Falsos líderes, vida temerária e de exploração. Inconteste isso cidadão!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

A BANANA E O VASO

   ENTRE A BANANA E O VASO SANITÁRIO



É o quanto pior melhor, parece que aos organizadores...


Viver o ideal que maravilha! Antes fosse assim a vida em todo mundo, porém a realidade mostra facetas divergentes e as guerras com as mortes estupidas e objetivos também, muitas das vezes, elas estão aí para todos verem.
Está na capa da Revisa Veja atual, o atleta Daniel Alves que expressa uma banana para quem lhe jogou esta fruta em espécie. Forma de comunicação visual que vem lá dos “tempos da zagaia”.
Neste fim de semana um vaso sanitário foi arremessado por uns loucos que travestidos de torcedores e  encandecidos pelas drogas, certamente, atingiu um torcedor do Santa Cruz que estava, não foi dito o porque, entre os do Paraná, alvos da peça.
Denota esta atitude e tantas outras  que  perdemos o fio da meada no Brasil. Certo é que as dimensões gigantescas e duzentos milhões de indivíduos é um universo para acontecer de tudo mesmo, entretanto o ambiente do esporte é apropriado ao lazer, à confraternização, à descontração.
É muito triste ver pessoas jovens se matando, em contendas entre irmãos. Na condição de amante do esporte e torcedor de acompanhar todos jogos de um campeonato de seu time em São Paulo (1976), sem presenciar, uma só morte ou agressão grave. Naquele ano deu-se a invasão do Maracanã, bem administrada pelos cariocas. Também, a invasão do Japão, em 2012, onde há ordem, foi bem assimilada.
 Bastou um jogo na Bolívia para a saga mortífera fazer sua vítima fatal. Defendo que tenhamos um dia, cortes de plantão para ação da justiça de pronto: defensoria; conselho tutelar; promotor; juiz; psicólogo, médico e meios, todos os necessários.
A polícia prende, os julgados devem ser efetivados de pronto, ter seus desdobramentos imediatos. Prisão, Fundação Casa, Psiquiatria, penas alternativas, períodos sem ir aos estádios, banimento dos estádios de pronto.
 A tecnologia existe, as leis também. Elas devem se tornar efetivas por quem cuida da justiça. Os integrantes do judiciário hão de estar com seus representes nas ruas quando o povo lá estiver, lado a lado  da polícia. Assim exige o estado democrático. A polícia contém, detém e conduz.
Ao judiciário cumpre prover a justiça e ela deve ser célere e estar de prontidão vinte e quatro hora por dia, quando as situações o exigirem.
Que se diminuem  os políticos; os ministérios; as mordomias centenárias que não condizem com a vida moderna. Aos cidadãos a condição a respeitar de que a riqueza é fruto do esforço de todos, então não há que se  ter privilégios.
Uma banana deglutida com gosto, vira notícia internacional. A barbárie de norte a sul do Brasil e da Africa do Sul, não foram suficientes para  impedir a realização das copas neles.
É o quanto pior melhor, parece que aos organizadores...
Vamos ao circo que dele vem as palhaçadas, se for só isso, espero que nada de mais grave aconteça, porém pelo agravamento dos índices criminais, há que se esperar para ver.