Na Trincheira do Poeta

Na Trincheira do Poeta

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Avalanche de coincidências pró-impeachment

Agora inúmeras denúncias se avolumam


Neste momento passa de 500.000  as assinaturas de populares  na  petição do pedido de impeachment, sendo o objetivo alcançar um milhão.


Ao contrário de 2005, quando houve recuo das oposições ao não impetrar o II Impeachment, que implicaria na investigação para provar que o Presidente Lula sabia e dava apoio ao - Mensalão. O delator do esquema, Deputado Federal Roberto Jefferson  isentou Lula, porém as evidências eram tantas que o Chefe da Casa Civil foi demitido em 48 horas, após as denúncias de corrupção, então quem estava no andar de cima, nada sabia. 
Agora inúmeras denúncias se avolumam, elas descem montanha abaixo como blocos que vão se juntando para desespero de quem ocupa Planalto. A dimensão do Petrolão é tal que nem o mais simplório dos brasileiros duvida que os esquemas de arrecadação de dinheiro para a perpetuação do projeto de poder, Mensalão e Petrolão  possam ter se desenvolvido, sem o conhecimento e anuência de ambos presidentes. Ressalte-se que a mandatária de plantão foi Presidente do Conselho Administrativo da Petrobras no período 2003 a 2010, em que as rédeas estavam soltas. Ela consignou elogio escrito na despedida de Paulo Roberto Costa, ao deixar a empresa - eficiente colaborador.
Por outro lado, a compra Pasadena está mal explicada, são tantas as frentes de corrupção que impossível dizer que ambos Presidentes de nada sabiam. O que importava prioritariamente era o projeto de poder e para isso precisavam cada vez mais de dinheiro para negociar apoios. Esta é a lógica de tudo que está acontecendo, só não vê quem não quer.
Várias são as petições individuais de impeachment, a última de Hélio Bicudo, fundador do PT. Ela serviu de referência para um grupo expressivo de deputados, lançarem na Câmara Federal o pedido de impedimento da mandatária da nação. Colaborando com o clima interno pró-impeachment aconteceu o rebaixamento da nota de crédito do país por agência econômica internacional. A instabilidade econômica, somada a falta de apoio político deixa a Presidenta na corda do ringue, estonteada, aguardando o último golpe, uma vez que decidiu não jogar a toalha.
Neste momento passa de 500.000  as assinaturas de populares  na  petição do pedido de impeachment, sendo o objetivo alcançar um milhão. Com a PF requerendo ao STF esclarecimentos de Lula quanto a sua participação no Petrolão; a campanha eleitoral de 2014 contestada no TSE por abuso de poder econômico pelo PSDB e outros partidos, o Tribunal de Contas deve julgar   as pedaladas fiscais, a avalanche parace atormentar os situacionistas pela possibilidade da deposição da Presidenta pelo processo legal do Impeachment. Que seja feito tudo for preciso para melhorar o nosso Brasil. As novas geralçoes merecem.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Bate cabeça no legislativo.

  Falta de sintonia com a mais crua realidade. 

Chega de cotas, de semi-analfabetos nos liderando, da manipulação sórdida das massa e da compra de votos via doação de particulares.                         


 Consoante postagem recente sob o título “Triunvirato dos acusados” o país segue rumo ao impaechtmen,  pois os sinais são de perda total - de para onde e como seguir. O Congresso por sua vez bate cabeça, é um cabo de guerra atrás do outro.
                                          Ao aprovar o financiamento particular  de partidos na Câmara Federal, derrubando a decião do Senado,  os deputados deram mostra da falta de sintonia com a mais crua realidade. Todos os crimes praticados no Mensalão e Petrolão tem a ver com o envolvimento dos políticos com o empresariado. Pano de fundo via propósitos escusos de apoio recíproco, em seus negócios  – os primeiros conseguir comprar votos; os segundos conseguir obras.
                                        São benesses às custas do suor do trabalhador e nesta marafunda estão os partidos ligados aos sindicatos:vejam que contradição!. Ontém o Deputado Federal Paulinho da Força apareceu na mídia na condição de acusado.
                                        Sempre interpretei a liderança do humano sobre seu semelhante como um dom   a ser exercido com a máxima responsabilidade. Leitores pensem comigo! É rápido, não vou me estender – com todos os meios de comunicação disponíveis é mesmo necessário o financiamento particular  de partido político? É evidente que não.
                                           Ao meu juízo, todos que votaram a favor ,deveriam mesmo é que serem internados para tratamento, por perda de noção  do razoável. É o que tenho afirmado e repito falta de sintonia com a mais crua realidade. Torna-se urgente o Impaechmente e maior ainda a convocação do Poder Constituinte – senão a vaca que já está no brejo, vai atolar de vez.
                                           A índole de quem subscreve, podem acreditar é de quem sempre remou para frente, sob os auspícios de uma fé inabalável e propósitos positivos de ver dias melhores, particulares e do social. Hoje, com todo aparato midiático; político nenhum necessita sair de seu escritório para fazer campanha. Precisa sim ser um homem trabalhador; de ideias inovadoras; dar exemplo de vida  e ocupar-se com os meios disponíveis para comunicar-se com a sociedade.
                                         Chega de cotas, de semi-analfabetos nos liderando, da manipulação sórdida das massa e da compra de votos, via doação de particulares, a fonte maior da corrupção.  A constituição e existência de um partido político deve ser financiada pelos seus filiados, cada qual na medida de suas posses. Nota zero para a decisão da Câmara Federal!  Impchaement e instalação do  Poder Constituinte já! Acorda Brasil!

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Muro da vergonha nacional

Tivemos no desfile a Independência do Brasil o muro da vergonha nacional.

Expondo ao mundo uma despudorada prática na cooptação de apoio, forjando uma base aliada a peso de ouro e pior que isso, induziu o empresariado a esta pérfida conduta.

Em conexão aos dois últimos títulos Privilégios do poder e Por entre  mares e muros e ainda pescando nas diversas postagens, uma dos minhas prediletos - Revolver valores - tivemos no desfile a Independência do Brasil o muro da vergonha nacional.
Triste mesmo de falar sobre os acontecimentos internacionais que provocam tanta barbaridade que atormentam as pessoas ao ponto delas enfrentarem o alto risco da morte em travessias perigosíssimas, seja de obstáculos por cercas, muros e  mares. Da mesma forma indesejável é saber dos privilégios dos nichos de poder, estes instituídos a século que ninguém se atreve mudar e quando alguém o faz, vem o lobby político e desfaz.
Os detentores do poder nestes últimos doze anos  se imiscuíram emtudo que atingisse a perpetuação no poder e para isso promoveram os maiores escândalos de corrupção da nossa história, expondo ao mundo uma despudorada prática na cooptação de apoio, forjando uma base aliada a peso de ouro e pior que isso, induziu o empresariado a esta pérfida conduta, como resta sobejamente provado no Mensalão e  Operação Lava-Jato.
Lembra-se da primeira vitória deles, como o povo invadiu o espelho d’água do Congresso Nacional -populares em corrida tresloucada ao lado do carro presidencial, uma festa popular  acontece seja qual seja, o lado que for numa disputa presidencial.

Ontem ao contrário,  a mandatária maior, em festa tipicamente popular de congraçamento  nacional pelo anuiversário da  libertação do país do jugo de Portugal, preferiu o isolamento por muros de aço. 
Enquanto isso,  na Praça dos Três Poderes dois bonecos gigantes com a figura do Pinóquio e  do Pixuleco foram exibidos, o primeiro a representava e o segundo ao seu antecessor. Pior  foi o pedido de fora Presidenta, em  uníssona voz dos brasileiros residentes nos EUA, em show musical  Fica registrado em mais um título, o definhamento do poder de um grupo que o corrompeu no exercício de cargos importante para todos brasileiros. Tristes cenas...

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Privilégios do poder

Descaramento de políticos num vale tudo para a perpetuação no poder.

“Carro com motorista?” perguntou. Ela riu e disse: “ Só a vaga garantida no estacionamento”.


A administração pública brasileira está entranhada por nichos de privilégios e não bastasse isso há 12 anos deparamos com descaramento de políticos num vale tudo para a perpetuação no poder, então o trabalhador dá o seu suor para ver um processo despudorado de malversação de dinheiro público e manipulador de  mentes  perverso com a atribuição de direitos controversos às minorias, atraindo para grupo mandatário a atenção manipuladora, como se fossem o último reduto dos direitos e das liberdades.  Os salvadores da pátria!
Inicialmente soou bem, mas agora a maioria que aos poucos tiveram seus valores e direitos subvertidos por conceitos esdrúxulos e  como para tudo tem limites, felizmente  reage. Não sei no que vai dar,  mas creio que o fim deste ciclo está próximo.
Proponho que os leitores pesquisem o que disseram Eliana Calmon, enquanto Presidente do Conselho Nacional de Justiça, assim como o Ministro Joaquim Barbosa em toda sua passagem pela Presidência do Superior Tribunal de Justiça, sobre a conduta de seus pares, inclusive dos advogados também. Seu exemplo com certeza é a inspiração e suporte da ação do Juiz Sérgio Moro.
Vou escrever um mínimo, hoje é um dia cívico especial, em saudação a ele transcrevo texto publicado na grande imprensa neste final de semana extraído de Veja de 9/9/15 da entrevista, com Joaquim Galvão, ilustre jurista e ex- membro do Conselho Nacional de Justiça ao falar de supersalários e regalias concedidas a juízes e procuradores brasileiros:
“Eu e Nelson Jobim tivemos um encontro nos Estados Unidos com a juíza Sandra O’Connor. Jobim ficou curioso por saber que regalias eles tinham lá. “Carro com motorista?” perguntou. Ela riu e disse: “ Só a vaga garntida no estacionamento”.
Segue dizendo que boa parte das regalias que o Conselho de Justiça conseguiu cortar na sua época, os tribunais regionais conseguiram restabelecer, nos últimos anos. A prova do descompromisso com a coerência - é o absurdo aumento aprovado pelo legislativo recentemente  para procuradores federais e outros segmentos.
A justiça se reestruturou com o Conselho Nacional de Justiça, tenho processos em andamento e sempre que vou aos órgãos recebo dos servidores observações positivas, sobre o efeito da unificação do protocolo dos processos e acompanhamento de desempenho pelo  Colegiado.
Revolver valores é preciso.  Salve a Independência do Brasil!

domingo, 6 de setembro de 2015

Por entre mares e muros

Falar sobre os mares, uma fonte inesgotável sob todos aspectos

Consta na grande imprensa que após a emblemática queda do Muro de Berlim, em 1989, 19600 quilômetros de muros já foram finalizados e outros 20200 estão em obras.

Neste domingo, abstraio os problemas coloquiais da política nacional para abordagem  mais abrangente, com a amplitude do  alcance que os meios de comunicação permitem conhecer os problemas humanitários, em ínfimo tempo.
Asseguro-lhe que o tema já fora mentalizado anteriormente, ao fatídico caso da família síria, das trágicas mortes por afogamento da mãe e dois irmãos ainda crianças, cujas imagens  foram exibidas de pronto ao mundo.
Falar sobre os mares, uma fonte inesgotável sob todos aspectos, desde o lírico; laser; alimentar,  até o bélico. Certo é que boa parte do Lusíadas, a epopeia de Camões foi escrita sobre a viagem de Vasco da Gama às Índias, enquanto navegante. Quanto ao laser atrai milhões por todos os canto do mundo.
Em 2009, visitamos a Itália e por lá conhecemos as cidades onde nasceram  nossos avós Rovigo e Ponso, ambas  ao norte. Ali fizemos  contato com mar, na praia de Rosalina Mare e em Veneza que minha querida esposa tanto queria conhecer.
Quanto aos muros, vimos desde os escombros dos palácios dos imperadores romanos ao Coliseu, não faltaram: castelos, abadias e muralhas. Em Verona e Padova há muralhas, com largura e altura inacreditáveis, como a da  China, a mais famosa delas. Todas cuidavam que os povos que não fossem atacados por invasores, a dominá-los.
Um adendo, não esquecmos de participar  de uma missa  no Vaticano, na data de nosso casamento, às 11h. Como celebrante um padre brasileiro. Este propósito foi cultuado por muito tempo, uma expectativa íntima realizada, nos sentimos felizes.
A proliferação dos muros nos tempos modernos, objetivam igualmente impedir invasões, tanto de conquista,  como a busca extremada da sobrevivência, invariavelmente por famintos e  desprotegidos da sorte que o fazem a qualquer custo, até mesmo com o sacrifício da vida, como temos visto no Oriente Médio.
Consta na grande imprensa que após a emblemática queda do Muro de Berlim, em 1989, 19600 quilômetros de muros já foram finalizados e outros 20200 estão em obras. Eles representam o fracasso das relações humanas, ao nível internacional na solução de problemas seculares, entre povos, alguns de ordem interna, absurdos.
Eles são meras barreiras, fruto da incapacidade humana em superar problemas históricos quanto ao equilíbrio entre pobreza e riqueza, somado ao radicalismo na percepção do melhor  viver. Uns querendo se impor os outros com desmedida maldade.
Amanhã dia da Pátria que sejamos abençoados pelas melhores decisões, neste momento de tantas aflições constatadas em nosso país. Que os líderes humanos sejam iluminados por caminhos menos belicosos.
Hoje dia do Senhor!  Um bom domingo a todos na paz de Cristo. 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Cenas patéticas

Reservo-me o direito de ficar calado.

É evidente que toda liderança tinha conhecimento desse esquema de poder com apetite desmesurado por dinheiro, com a finalidade de comprar consciências país afora.



A amplitude do direito de defesa insere conceitos controversos, sob a ótica popular, como o de não fazer prova contra si mesmo que ampara o depoente de ficar calado ante algumas instâncias, como é o caso da Comissão Parlamentar de Inquérito(CPI). Ladeado por advogado(s), o inquirido nada diz sobre o indagado, repetindo sempre: reservo-me o direito de ficar calado.
Pior do que  isso, é ver em acareações delatores trocando acusações sobre as falcatruas, atitudes abjetas sobre a  posse de somas elevadíssimas de dinheiro  público, com a maior desfaçatez.
Quem folhear o livro Tributo A Um Herói de minha autoria em homenagem ao Tenente PM Alberto Mendes Júnior, lerá às folhas 136/137, o artigo publicado no Jornal O Regional de Catanduva, sob o título – Réstia de Esperança.
Ele foi escrito quando da deposição de José Dirceu, mas registra também várias decisões contraditórias do parlamento municipal local: como votação pró nepotismo; aumento de 100% do salário do vereador; aumento da verba de representação e constata a invasão de forasteiros na administração municipal local.
Depois disso, o homem forte foi julgado e condenado e agora reincide no crime. Os telespectadores   assistem o falseamento da verdade em nome de um pragmatismo legalista que eles jamais respeitaram. É evidente que toda liderança tinha conhecimento desse esquema de poder com apetite desmesurado por dinheiro, com a finalidade de comprar consciências país afora.
Mais patético ainda, foi ler na entrevista de José Dirceu,  em revista de expressão,  à época da posse  que  a Nação Brasileira tinha uma conta a acertar com a geração dele. Imaginei que seria o Mensalão, porém  ao ser deposto deixou instalado também o Petrolão razão pela qual está preso, novamente.
Horríveis e patéticas cenas, assistimos nos principais jornais diariamente, envolvendo políticos e empresários se defrontando em acusações mútuas, outros mudos sob o amparo legal. Tem de tudo um pouco.
 Michel Temer de articulador político, afirmou ontem que a Presidenta não resiste muito tempo com esta baixa popularidade, vejam só o Vice-Presidente!
A situação como um todo é mesmo vergonhosa. Várias publicações jornalísticas trazem a desproporção para mais entre o número de políticos e de seus salários em relação a vários países. Fechando esta conta escabrosa, o absurdo de 32 partidos políticos já registrados no TSE.
 O país dos políticos para os políticos, com raras exceções e das cenas patéticas que nos enojam diariamente, melhor não ver o noticiário para preservar a saúde ou ir para as ruas como acontece desde 2013. 
Este ciclo político já expirou e com altíssimo custo em dinheiro e elevada negatividade de hábitos e costumes, infelizmente para o povo brasileiro. A vida não é um vale tudo, a qualquer custo, certamente não.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Alckmin muda o discurso

Desmascarou a camarilha ladra que tomava conta de parte do legislativo.

Há um rol de absurdos introduzidos por uma a ideologia canhestra que nos levou para o fundo do poço.


Felizmente, para um melhor desfecho desta vergonhosa situação que vivemos desde que o ex-Deputado Federal Roberto Jeferson olhou fixamente para a câmara e desmascarou a camarilha ladra que tomava conta de parte do legislativo,  nas duas casas do Parlamento Nacional, a partir de esquema administrado no andar debaixo  do gabinete do Presidente da República. Alckmin detentor do maior cacife para definir de vez esta ignomínia generalizada que tomou conta da administração federal, incluindo cúmplices no legislativo,  pior ainda, com  a adesão de  parte do empresariado brasileiro.
Depois de segurar o guarda-chuva para Dilma na quinta-feira passada em Catanduva, domingo  no Mato Grosso, na filiação de Pedro Taques, fez veemente discurso pedindo o bota-fora do Partido dos Trabalhadores, sob veemente argumentação de que - estamos vivendo um quadro triste desta praga do PT com: desemprego; inflação; juros altos e descarado desvio do dinheiro público”.
Esta atitude era mesmo esperada do Governador dos paulista, Estado onde a vitória da oposição foi a mais contundente e concentram as maiores manifestações aos desmandos que vem desde 2005.
A ninguém interessa político de expressão magnânima em cima do muro,  esse “vai não vai” tergiversando em argumentos paliativos. Se em 2005 era temeroso um Impeachment, hoje ele  é necessário; e digo mais, deve ser  seguido da convocação de um novo Poder Constituinte, pois há mudanças profundas esperando, o Brasil do futuro.   Tem um rol de absurdos introduzidos por uma  ideologia canhestra que nos levou para o fundo do poço. Apressem-se senhores políticos com um mínimo de bom senso.
Da atual governante brota balão de ensaio todo dia, quer porque quer emplacar alguma ideia mirabolante para salvar seu mandato. A oposição dividida só faz recrudescer a negatividade que vivemos. Ainda bem que o quarteto do PSDB, parece ter afinado o discurso rumo a busca do que  for possível para afastar do poder quem não devia estar nele, há dez anos.