Na Trincheira do Poeta

Na Trincheira do Poeta

sábado, 31 de janeiro de 2015

Saudade da Mogiana

A  lembrança saudosa faz sentido. No Brasil há contradições históricas quanto ao planejamento viário.
Há dois anos  baixam os índices pluviométricos; o país a beira de um colapso elétrico e os políticos mantém a pose; os votos e as estruturas milionárias do custo da administração pública e das disputas políticas, também. É mala de dinheiro para todo lado. Não bastasse isso, há deslavada corrupção nas empresas públicas, vide Petrobrás.
Artigo de minha autoria publicado nesta data, no O Regional de Catanduva.
Viajei  algumas vezes pela estrada de ferro Mogiana para  a fazenda Macaúbas, onde trabalhei e   outras até Ribeirão Preto. A mais importante viagem mesmo foi no dia 6 de janeiro de 1966 quando às 21h embarquei em Batatais,  rumo  a cidade de Casa Branca; daí fiz baldeação até Pirassununga e no dia 9/01, cheguei em Brasília, onde me apresentei no Batalhão da Guarda Presidencial. Nela muita esperança, até a volta ao interior  paulista, foram 12 anos de estudo e trabalho.
A Estrada de Ferro Mogiana de trilhos estreitos se estendia até Franca e por outra banda até Uberaba/MG; enquanto a Ribeirão Preto à época chegou também a  linha da Companhia Paulista, esta de  bitola larga e máquinas a vapor. Ao residir na zona rural do município de Barrinha, controlávamos o horário, como bons caboclos, pelo sol e pela passagem do trem  com passageiros e riquezas  transportadas para o Triângulo Mineiro. Ali trabalhando na formação de cafezal, víamos passar com toda pujança aquela máquina puxando  vários vagões. Aos  9 anos, os pensamentos  a acompanhavam no horizonte. Estímulos e indagações a uma vida futura do para e por onde iria ter?Conclui há muito tempo, por esta experiência que o crescimento das cidades, depende  mais da geopolítica do que de meros acertos aqui ou acolá de um ou outro administrador. Por isso, jamais entendi o complexo de inferiorida  que invade cidadãos das menores, em relação às maiores, próximas.
A lembrança saudosa faz sentido. No Brasil há contradições históricas quanto ao planejamento viário, por não explorar os trens e as hidrovias, sendo o custo do transporte e perdas, altíssimo. O imediatismo fez dos políticos, com raras exceções, homens de visão curta e hoje pagamos por isso. Abandonaram o  transporte de passageiro por trens. Viajei a serviço de SJRio Preto a São Paulo, em 1979, em vagão leito e também a lazer de São Paulo a Brasíla em 1972. Faz muito tempo que inexiste essa possibilidade, um contrassenso.
Hoje, vemos a Hidrovia Tiete sem navegação de carga pela seca. Os caminhões invadem as rodovias.  Há poucos trens, as ferrovias existentes estão em condições precaríssimas, como acontece por aqui, acidentes um atrás do outro. Há dois anos  baixam os índices pluviométricos; o país a beira de um colapso elétrico e os políticos mantém a pose; os votos e as estruturas milionárias do custo da administração pública e das disputas políticas, também. É mala de dinheiro para todo lado. Não bastasse isso, há deslavada corrupção nas empresas públicas, vide Petrobrás.
Em viagem com a esposa ao país berço  dos nossos avós, vimos e usamos trens por vinte e cinco dias. Modernos, limpos, rápidos e econômicos.  Aqui congestionamentos, desperdício, corrupção, crise da água, pedágios e impostos caríssimos, além de muita dissimulação dos políticos quanto aos objetivos explícitos nas campanhas, a exemplo da última.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Aspectos da segurança pública - AOPM NEWS

Segue síntese de consistentes mensagens sobre os assuntos da segurança pública, contidas na edição do mês de janeiro, publicadas na AOPM-NEWS, com adendo conclusivo deste autor, desde o editorial, do Presidente Cel PM Salvador Pettinato Neto com o título “O que ocorre com o crime em São Paulo e no Brasil”, onde expõe opinião consensual dos associados  quanto aos destinos da polícia brasileira.
Com igual esmero e mercê da elevada capacidade interpretativa das coisas do nosso tempo, relativas à Segurança Pública e geral, o Diretor Institucional Cel PM Flammarion Ruiz com o tema : “Entre a Fé e a Emoção”. Ele aprofunda análise histórica sobre a manipulação dos medianos por líderes inescrupulosos, seja pela uso força ou excesso de esperteza.
Finda a série, o Cel PM José Vicente da Silva, reformado da PMESP, ex-secretário nacional de segurança pública, mestre em psicologia social (USP), com o Titulo: “Policiais militares, herança da ditadura”. Ele a bordo de sua vasta experiência expos argumentos irrefutáveis, iniciando por contestar conceitos equivocados   sobre a ação das PM contidos no relatório da Comissão da Verdade, os quais não condizem com o contido no currículo da formação dos policiais militares; fala de diversas polícias cujo regime é militar, como os Carabineiros da Itália,  a  francesa, a espanhola e várias outras, mundo afora. Critica uma minoria de intelectuais de esquerda que insiste em argumentos antimilitares irreais. Identificou o contrassenso do emprego das Forças Armadas no combate ao crime no Rio de Janeiro, enquanto defendem a desmilitarização das PM; defendeu uma polícia sem adjetivos. Os textos se completam e se constituem em expressivas  manifestações em momento tão especial  em que  congressistas novos tomam posse, nos quais estão depositadas as esperanças da nação. Tenho inequívoca convicção de que o apoio popular não há que faltar a eles. Só assim, redefiniremos  atos e conceitos equivocados praticados pela paranoica esquerda que nos governa, há 30 anos, especialmente em relação a segurança pública.
* Endereço na internet para melhor interação dos leitores deste blog que se interessarem nos textos completos. Vejam no site da Associação: www.aopm.com.br

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Substituição do nome do homenageado

Não bastasse o alvoroço que aprontou nestes últimos dois anos,

Está mais que provado nos anais da história que houve ação contida, proporcional à investida daqueles que à época pretendiam impor um regime odioso ao povo brasileiro.

Ação direcionada a manter o marketing político dos partidos de esquerda no Brasil, não bastasse o alvoroço que aprontou nestes últimos dois anos, agora objetiva  perpetrar-se com a disseminação de atos contra os líderes  dos governos militares, como se a atitude deles não tivesse evitado a implantação do comunismo no Brasil, em época que a população rechaçava tal regime político, com todos as suas forças, tanto que foi para as ruas e pediu a intervenção, como operada.
Está mais que provado nos anais da história que houve ação contida, proporcional à investida daqueles que à época pretendiam impor um regime odioso ao povo brasileiro que foram rechaçados no  devido tempo, afastando a população do jugo de quem com apoio de organismos internacionais, via Cuba e outras plagas distribuiram dinheiro e armas ao detratores do poder instituído, os quais matavam civis inocentes com os seus tresloucados ataques terroristas para arrecadar fundos para a luta armada.
Circula país afora recomendação, efeito do pós-Comissão da Verdade para substituir os nomes dos homenageados como líderes daqueles tempos, governantes que foram. Ainda bem que em muitos lugares há a exigência do consenso popular. Assim, creio que muitas proposições  formuladas serão rejeitadas, pois ninguém suporta mais tanta corrupção dos líderes atuais, condenados em efeito cascata, a cada delação.
Não há de passar muito tempo para termos no país movimento para a substituição dos  nomes de condenados por corrupção das placas nominativas dos prédios e logradouros públicos, bem possível que neste dia faltará quem indicar de tantos que serão  aqueles a serem substituídos.
Você que não concorda com esta iniciativa, lidere ação contrária, sempre que se sentir constrangido com atos do pós-Comissão da Verdade. Se há votação melhor, vote. Se há abaixo-assinado, assineo-o, conforme sua consciência. O país é de todos, ele é nosso, exercite sua cidadania, sempre em ordem e pacificamente. Tudo para um Brasil melhor.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Pedra no sapato

Mercê desta conduta praticada sistematicamente por convicção 

Os agentes revolucionários; clérigos encantados, sindicalistas doutrinados, líderes de inúmeras  associações, curtiram ojeriza total e ostensiva ao poder  constituído


Evidente que o evoluir da política  calcada na Teoria da Libertação e impulsionada pelos conceitos revolucionários comunistas a partir de Cuba, através da qual a população urbana e rural foi incitada a rebeldia anti-estado de forma a questionar  e fazer-se de vítima  de tudo que fosse regulamentação e ato de autoridade, em autêntica anomia, em pleito exacerbado pela cultura anárquica.
Mercê desta conduta praticada sistematicamente por convicção das lideranças ou emulação dos incultos, alienados e fanatizados dada a pertinácia dos comunistas militantes, disfarçados de  democratas em delírio revolucionário, o país foi aos poucos, sob a égide dos direitos humanos se transformando num paraíso de bandidos. Nas preparações políticas das quais participei, não vi um só palestrante que não citasse quando e a forma em que fora preso. Fizeram dessa condição o passaporte, o trampolim para o poder e para indenizações eivadas de suspeitas quanto ao rito legal de suas concessões.
Os agentes revolucionários; clérigos encantados, sindicalistas doutrinados, líderes de inúmeras  associações, curtiram ojeriza total e ostensiva, ao poder constituido, promovendo protestos e mais protestos sequencias. Por qualquer motivo  na rua Brasil  em Catanduva tinha passeata. 
Desde São Paulo, greves e mais greves. Não importava a inflação, o governo militar receoso sempre cedeu. Formulo uma figura real – a frente da tropa, quando no comando da 1ª. Companhia PM em Catanduva tinha que falar com os policiais antes e depois das passeatas: antes a relembrá-los da conduta ideal  e depois para confortá-los ante os insultos recebidos para aliviar o estresse e evitar que a família fosse alvo de refrega. Encheram a paciência. Ascenderam ao poder desde muito tempo, 12 anos,   e onde não há incompetência, sobra ladroeira.
A perpetuação no poder deles é um retrocesso para o país. Sempre a mesmice, inexiste oposição verdadeira, recentemente – junho de 2013: todos partidos políticos foram rejeitados. Esta eleição quase empatada eles se merecem. A grande maioria alinhados a esquerda, incompetentes, fosse o contrário, não perderiam   a eleição 4 vezes seguidas. Esta continuidade da mediocridade, enlameada pela corrupção é mesmo uma pedra no sapato que dói no pé, perpassa todo corpo e chega ao coração e alma. Muitos sobrevivem do vai e vem, para cima e para baixo com os recursos  - fruto do suor do trabalhador. Tudo aqui é mais: ministérios; funcionários públicos; salário dos ocupantes das cortes dos três poderes, mordomias; feriados, impostos, violência. Quando se compara com outros países estes despropósitos saltam aos olhos e a corrupção e impunidade são campeãs, uma verdadeira: Sodoma e Gomorra. Doze pessoas feridas por balas perdidas no Rio de Janeiro em dez dias.  A população brasileira não merece tanta incompetência, fruto da desestruturação política e corrupção desenfreada. 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Síntese da semana

 No Congresso embora o movimento “do fora Renan” de dois anos atrás...

Não se vê, como no período eleitoral manifestações quanto aos problemas nacionais, tão efervescentes na campanha: as reformas política e tributária.  Há apostas de líderes nacionais conceituados de que nada acontecerá. 

Presidente continua sumida; os candidatos à presidência das casas legislativas em plena campanha, na Câmara a renovação é certa, no Congresso embora o movimento “do fora Renan” de dois anos atrás, acusado de corrupçã, a dinastia tende a se confirmar. Os eleitos se preparam para a posse no domingo e de cara alguns votarão pela primeira vez e como sempre em importantíssimo escrutínio.
Não se vê, como no período eleitoral manifestações quanto aos problemas nacionais, tão efervescentes na campanha: as reformas política e triburtária. Há apostas de líderes nacionais conceituados de que nada acontecerá. Viveremos de medidas provisórias, com discussões estéreis dos congressistas, mas as mamatas continuaram, pois agora que chegou a minha vez quero mais é me locupletar, dizem os analistas.
Aumentos de autoridades judiciárias e políticas foram definidos sem que a sociedade esperneasse. Eles em efeito cascata beneficiarão várias categorias de funcionários públicos. 
No Rio em 1O dias, 12 pessoas foram atingidas por balas perdidas. Torcedores tumultuam o final do jogo entre corintianos e tricolores, na quarta em Limeira, a PM age, nota 10 na dispersão, sem maiores consequências, entretanto ninguém foi punido pelas atitudes inconvenientes.
A situação hídrica do sudeste é gravíssima, só ouvimos que os reservatórios estão muito abaixo do esperado, no Rio, São Paulo e municípios no entorno preocupação, pois   as chuvas de verão não estão ajudando. A população se esclarece e começa a reagir no sentido de poupar água. Várias publicações via imprensa escrita e principalmente televisiva esclarecem sobre a economia de água e energia.
Nos EUA outra nevasca gigantesca está na iminência de acontecer. É a natureza mostrando sua força bruta e reações em cadeia. Onde resido, Catanduva que já foi referência nacional no combate  a Dengue, recebendo inclusive visitas de sanitaristas por recomendação do Ministério da Saúde, anos atrás. Agora, não se sabe o que houve, tudo voltou a estaca zero, sendo que a situação assusta os moradores. Nos quatro cantos da cidade pessoas com a doença.
Ia me esquecendo os meninos do Parque São Jorge conquistaram a 9ª. Copinha  no aniversário de São Paulo. A cidade está um tanto combalida, pois o saco de maldade com os aumentos de preço, juros e impostos, atinge a todos. O corte de benefícios trabalhistas também. A falta d’água uma preocupação seríssima. Segue a vida. Que todos tenham uma boa semana. Fé, esperança e amor é o caminho do bom viver. Superemos os obstáculos!

domingo, 25 de janeiro de 2015

Gotas de um pensar

No domingo  postagens de acalento e reconforto.

Em texto inédito escrito por mim durante a semana, singelos versos meus, num simples esforço de um viver a imagianar.

Gotas de um pensar,
Um saber, conhecer.
Em finito tempo,
Desde primitivo advento.
Lá e cá, ir e vir,
Na esperança o porvir.

Desde cedo aprendi,
Com a natureza ter
Uma relação sem igual.
O passar do tempo, alcança?
Há dúvida, sim ou não a bonança.

Plantou colhe, será?
Vidas ao léu seguem,
Outros fatores decidem.
Ao acaso, indefinido futuro,
A todos, do vagal ao esforço puro.

Donde vens, oh!  receita do bem viver,
Eta dúvida cruel, da terra ao céu,
Leva-me destino que lhe ajudo.
Vou pelo impulso e planejamento,
Às vezes sério, outras ao vento.

De poeta a  pensador, indefinido és,
Escravo ao perfil, segue persistente,
Como tortuosas águas em queda livre.
Enigma mesmo, quem é  merecedor?
Impulso maior, às vezes o sonhador.

Neste aniversário de São Paulo, que o Senhor na sua infinita bondade derrame paz e sabedoria sobre nós para uma semana amena.
Há muitas formas de lutar, sendo as de melhores resultados -

                                 sem armas e violência!

sábado, 24 de janeiro de 2015

Unificação da Inteligência Policial

Infelizmente no passado designaram alguns juristas para a Secretaria de Segurança

Há idealistas nas corporações, caso contrário estaríamos falidos. A evolução tecnológica, coloca à disposição dos marginais recursos que as polícias pelas dificuldades de comunicação e barreiras  culturais,  não conseguem acompanhar... A unificação da inteligência, uma  iniciativa que ameniza  esta dificuldade.

Li com atenção a iniciativa do empossado Secretário da Segurança Pública de São Paulo, sobre a unificação da inteligência policial. Reporto a esta, dentre outras medidas por julgá-la fundamental, enquanto não forem unificadas as polícias. O que vai acontecer um dia por razoável e essencial. A unificação foi defendida abertamente por Ex-comandante Geral e em pesquisa interna da PM, por ex-Delegado Geral, nos anos 80/90. Há várias iniciativas congressuais sobre ela, recentemente.
Em 1980, iniciei o curso de direito porque era flagrante este anseio diante da abertura política. O cursei para habilitação jurídica completa ante o novo ciclo. Mas não ele não aconteceu.
Infelizmente no passado designaram alguns juristas para a Secretaria de Segurança,  sem a menor identidade com a função, pois teóricos e de ideologia anti-militar, o que poderia resultar: inércia e retrocesso.
Cito por oportuno que não me esqueço de algumas   aberrações:  A) do empreendedor Senhor do cimento, que  em campanha, disse: governante, vou cuidar da saúde e da educação, o restante, a própria sociedade resolve; b) a briga via imprensa da cúpula das Polícia Civil e Polícia Militar nos idos de 1980 – foi sintomático dois meses depois no DEGRAN:  Tenente x Delegado em ameaças de  troca de tiros; fato  noticiado, nacionalmente; c) num determinado momento,  a assunção de  Secretário que determinou que todas viaturas  tocassem  sirene nos deslocamentos, imaginem a cidade nos poucos dias que este absurdo prevaleceu;  pior de todas;  c) por motivo de greve salarial PC e PM ficaram frente a frente; em 16/10/2008: a primeira em greve;  a segunda para conter os grevistas – resultado agressão a tiros, não houve óbito por sorte.
Estou de pleno acordo com o Coronel  Meira, Ex-Comandante Geral em entrevista ao Estadão, em 20/12/2014:  os políticos lembram da segurança pública somente em tempo de eleição, depois cuidam de outras coisas. Antonio Ermírio de Morais de saudosa lembrança, foi mais autêntico, anunciou antes. Desta forma as coisas vão de mal a pior, basta ver o aumento da criminalidade, Brasil afora.
Há idealistas nas corporações, senão estaríamos falidos. A evolução tecnológica, coloca a disposição dos marginais recursos que as polícias pelas dificuldades de comunicação e barreiras  culturais,  não conseguem acompanhar, por mais dedicação e meios que o governo dê, a estrutura não ajuda. A unificação da inteligência, uma  iniciativa que ameniza  esta dificuldade.
Desejo sorte a todo   cúpula empossada. A solução: a) apoiar  primeiro o projeto de unificação das policias; b) depois outro que dê competência plena às guardas e aos agentes fiscalizadores de trânsito, integrados à força única estadual. Temos que fazer valer a bancada de 15 deputados federais da área. Quem mais  entende de polícia são os  policiais. Não podemos pagar servidor que pode fazer mais para fazer menos. Nenhum empresário faria isso. O ser humano é polivalente. Não desperdicem recursos, eles provem do “suor do trabalhador”.