Na Trincheira do Poeta

Na Trincheira do Poeta

sábado, 26 de julho de 2014

A MALDIÇÃO DA REELEIÇÃO!


Trincheira do Poeta veio para isso mesmo, contemplar  a razão e o coração. Esta é a vida! 


Quanto a reeleição, posso entendê-la sob o prisma do hediondo conceito que não conheci nos bancos acadêmicos e sim nos primeiros contatos  com militantes políticos: aos indiferentes a lei; aos amigos as benesses da lei e aos inimigos o rigor da lei. Nas benesses cabe a ação corrupta e no rigor todas as guerras.


Hoje é um dia especial para muitas pessoas do meu convívio, mesmo que temporário, a começar pela minha família, pois fui declarado Aspirante a Oficial, por concluir a formação na APMBB.  À família de minha esposa Ivanir  que  viu formar um dos seus  filhos mais queridos. Aos estimados colegas de turma. Quanto a mim, além de me formar, em almoço, todos reunidos celebramos o nosso noivado. São dois filhos queridos, nora,  genro e uma netinha que nos encanta. Agradeço a Deus o que a mim foi reservado até este tempo e acredito honrar os meus ascendentes: imigrantes italianos; afros e indígenas; os ensinamentos   dos mestres e por não  ter deixado me escravizar,  exercitando os dons  a mim  atribuídos com as graças do Senhor. Trincheira do Poeta veio para isso mesmo, contemplar  a razão e o coração. Esta é a vida! 
Quanto a reeleição, posso entendê-la sob o prisma do hediondo conceito que não conheci nos bancos acadêmicos e sim nos primeiros contatos  com militantes políticos: aos indiferentes a lei; aos amigos as benesses da lei e aos inimigos o rigor da lei. Nas benesses cabe a ação corrupta e no rigor todas as guerras.
Decorrente disso todo líder quando alcança êxito quer proteger seus amigos e aí se forma a corrente do vale tudo. FHC ao estabilizar a moeda, extirpou o câncer da inflação de mais de 30 anos e ganhou nível de aprovação imbatível. Entretanto estamos num país continental, com vícios e ranços político-administrativo,  desde Cabral. Para conseguir seu intento, negociou ,,, negociou, se reelegeu,  mas deixou uma herança mal avaliada.  Curioso foi assistir entrevista na qual   confessou as dificuldades encontradas com o Governador Mário Covas, candidato natural a sucessão dele em 1996 e contrário a reeleição. Covas  não resistiu ao segundo mandato de FHC e na falta de quadro a  altura de seu cacife político, o Sindicalista-Grevista- Metalúrgico, entrou no vácuo.
Pior do que isso foi a Síndrome do II Impeachment, quando houve imperdoável  tibieza ao não propô-lo o que completou o equívoco da reeleição. Relegaram  à pátria uma burguesa, travestida de revolucionária que cacifou o sucesso sindicalista e esperneia para se  manter no poder.  Se isso acontecer, teremos o que de pior  existe na política brasileira,  com todos os seus vícios centenários por mais 4 anos.
Não cacifou na Copa, agora reúne jogadores de ponta e presidentes de clubes para propor o que não fez em 12 anos. Oh! comunista de plantão Aldo Rebelo, assim já é demais! Os vícios da democracia a América,  já nos ensinou: dinastia; Bush pai e filho; efeito mídia Ronald Reagan,  Arnold Alois Schwarzenegger  e tantos outros. A considerar que nada é perfeito!
Em 3 de outubro, o refrão é: vote no novo, varrição dos velhos. Mais de 2 mandatos lixo nele. No segundo turno, vote mesmo que no velho que renove os mandatários de plantão. Fazer o que!  Reflexões cidadãs. Bom domingo.

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