Na Trincheira do Poeta

Na Trincheira do Poeta

segunda-feira, 21 de julho de 2014

MOMENTO ESPECIAL

Restou a nós o rescaldo da cultura comunista disfarçada de democracia.


Não bastasse isso, os intelectuais líderes se renderam a fleuma beligerante do sindicalismo e aí foi tudo por água abaixo, ao eleger um Senhor sem eira e nem beira que transformou as relações formais da estrutura político-administrativa num balcão de negócios para não falar, numa agência de corruptos e corruptores.


Temos família: filhos, netos, irmãos,  enfim uma sociedade. Ela historicamente guarda traços de uma miscigenação, a constituir um povo versátil e de  enorme potencial que bem explorado  tem um futuro promissor   para ser referencial  a humanidade. É demorado mas precisamos começar, riquezas naturais não  faltam.
Nas idas e vindas da história, entre um embate e outro de ideias universais, restou a nós o rescaldo da cultura comunista disfarçada de democracia, onde o engessamento do sistema político interno, sofreu forte influência externa, por representar o último suspiro do socialismo, no pós queda do Muro de Berlim.
O Santo Papa João Paulo II, em vida; profundo conhecedor dos valores que embalam o Regime Comunista, detonou na América Latina a Teoria da Libertação. Não o fez pelos canhões e sim pela sua sabedoria, convencendo um a um de seus clérigos de que deveriam se dedicar a fé e deixar a política aos políticos.
Unindo-se  a  Mikhail Gorbachev com  a sua Perestroika, aos pouco  e passo a passo derrubaram o último reduto à época do danoso regime. A queda daquele símbolo da idiotice humana, como há outros em terras de extremistas, significou  a  libertação dos alemães de uma mentalidade tacanha que dividia irmãos. 
O Muro foi simbolicamente destruído em 3 de outubro de 1990, com efusiva alegria da Berlim reunificada.  Na contramão de direção, no Brasil emergia a liderança recalcada por não ter implantado o comunismo nos idos de 60. Ela a partir da Constituição Cidadã, foi minando as estruturas até que caciques de então, assumiram postos chaves que permitiram a radicais de esquerda, travestidos de democratas imporem medidas de forma ditatorial, sem qualquer contestação.
Uma delas, a promoção continuada dos alunos nas escolas. Indago a professores da época qual a consulta a eles ou a sociedade foi realizada? A resposta:  nenhuma! Implantada em São Paulo foi copiada Brasil afora e hoje resulta num dos mais graves equívocos da educação neste país, mote de campanha atual, a sua abolição.
Não bastasse isso, os intelectuais líderes se renderam a fleuma beligerante do sindicalismo e aí foi tudo por água abaixo, ao eleger um Senhor sem eira e nem beira que transformou as relações formais da estrutura político-administrativa num balcão de negócios para não falar, numa agência de corruptos e corruptores.
Temos registrados 32 partidos políticos. Uma salada de lideranças, num país continental, onde sobra dinheiro e falta de tudo um pouco nas relações políticas e administrativas. Para piorar o quadro sobra manipulação popular e das minorias pelos gestores de plantão, via ideologia comunista. 
Fico com o “um milhão de pessoas nas ruas em junho de 2013” elas rejeitaram a todos os políticos,  sindicatos e instânciaias formais. Sinal dos tempos. A chance de mudarmos é 3 de outubro. Depois uma nova Constituinte. As estruturas estão viciadas e doentes!

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